sábado, 28 de novembro de 2009

Em meus momentos mais ínfimos divago ao léu, a borboletear o destino na ponta de um cinzeiro promissor, ao alcance das maos de VIDA , que propagam o incansável silêncio que nortei noite e dia nas confusões da mente...ao consentir o que a ALMA é capaz de captar e sorver languidamente o que o corpo exalta em saborear...perguntas , indagações, devaneios são egoísmos meramente incapazes, pois o que norteia é o tempo dos descrentes seres que se dizem humanos e absolutamente vivaz em seus campos de espectros invisíveis, donde reside a alma...Sofredora, atroz, ou relaptica não há importância...Assim, como não importa o que o jovem poeta tem a ofertar, porque os in´visíveis não captam em seus pueris olho crus...Mas a certeza de que em derradeira, no profuso âmago da questão, estão as emoções contritas a parafrasiar o descrente descontento do revolto espírito humano...Pois então, que viva!que sofra ! Que descarne e transcenda!Assim , como um pequeno ser advento de loucuras a saber que as visões são dissonãncias da TERRA...Como não há nada a declarar, me recolho as versos da sabedoria:


"Pois sou gentil, entre matrizes incalculáveis do ego, sobreponde tom a tom o que se remete ao sideral espaço
do SER, que nos torna vazio,
porém ao decifrar a língua dos anjos descobri que a VIDA é somente aMOR...E não existem mais nehum SIGNO..." Zédu 28/11/09
Na beira da estrada

Na beira da estrada,
há luzes ofuscante,
há vidros e biscates,
na beira da estrada...

Na beira da estrada,
há a veloz emoção,
há patrulhas e indagações,
na beira da estrada...

Na beira da estrada,
estou nu e vazio,
sobre as estribeiras e barranques...
Pois há fome d`alma,
na beira da estrada...

Ao ver passar a SORTE
me deleito,
na beira da ESTRADA...
Rumo ao horizonte ETERNO...

Há um rio,
e passa...
Há flores e cânticos,
E passo num solado ardente,
na beira da estrada...

Eu rio
Eu e o rio
O rio e eu...
EU!!!!
EU!!!
EU!!!
Quem sou eu?

No despache de um vazio,
caio e rio...
eu!!!!
EUU!!!
EU!!!
No rio...

Pois na beira da estrada,
não adianta ter cara e coragem ,
nem sorte!
Parte e rio...

Zédu28/11/09

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Sobre o prelúdio das cousas inexatas, não...não quero ouvir mais a voz do incansável silêncio da monotonia que parte à cada fração meus escuros olhos de favos da solidão.Ao reconhecer passageira a dor, que me fez descrente e vazio, ao pensar nas floridas estradas desenhadas em meus céus, ao quisera partir e chegar...em meio aos algozes da vida , nesses labirintos do prazer, pois ao saber que tudo em que estou apenas há papéis em brancos, latas sujas de tintas a memorar o tempo dos invisíveis olhos verdes, pois quero estancar o sangue de minhas feridas.Se me despir até à alma, à noite me deflagra em exaltação, descontrolando os ímpetos ao meu redor, para beijar você, para saborear você, para meu ser você e, eu nada mais...Não! Quero ir mais longe das cores fúgebres de meu horizonte, quero saber aonde reside a felicidade, para a saudosa esperança e, me aliar à este destino, pois meramente só caminho sem saber me encontrar com promessas invisíveis além dos espectros humanos...Não sabendo de sua párte, divido-me entre os caminhos d`alma, donde os horizontes não são tão febris, onde meu relicar me faz humano ao sorver cada ínfima distância entre o coração servil sob o espírito etéreo das cousas rotineiras e banais, ao descobrir que as emoções são sublimes diretrizes fulgazes, porém divinas ao estarem sempre afronte do que se diz VIDA e, nessa sincronia o desalento se vai ao léu, meio bordejeiro, meio sem estratégia, à procura do espaço sideral dos olhares que se dizem HUMANOS...É você está à parte!



" Às flores mais belas de que vi passar caminharam sem cores sob a alma humana...qual é a cor do poeta, que sempre desperta o horizonte a existir...?"
Zédu, 23/11/09

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Sem GRAÇA


Sem poesia,
não existiria alegria e
nem me lembraria,
que existe poesia...

Sem poesia os meus versos não rimariam,
eu também,
não saberia o que é poseia.

Sem poesia,
não existiria o abstrato e,
o concreto não viveriaa em harmonia...

Pois sem poesia,
eu não me conheceria,
não aqui estaria e,
nem contaria a VIDA com nostalgia...

Pois como havia um mundo de sonhos,
me fiz pensar:
O que é a despoesia?

Não!
Eu absolutamente não sei,
pois sou apenas um poeta e,
meu sonho é real...

Sorria!
O POETA trouxe ao mundo a poesia!
Isso já me bastaria...

" Poetas e as flores , belos e singelos, amargos e domesticáveis , porém inexata a dor de que pulsam..."

29/10/09

sábado, 14 de novembro de 2009

Esferas...

Mais um dia,
onde o toque é de recolher d`alma,
donde a esperança propaga em dizer:
Por onde vaga , você?
Entre espaços,
me desvecilho nos andaimes,
à procura da inexata dor do AMOR...
E quem diria Ser ao estar vazio,
cru e nu sobre as ESTRUTURAS TERRENAS DA TERRA...
Quem sabe o luar me mostre uma direção...!?
Sob o silêncio dos inocentes que me rodeiam,
bastaria me a dizer,
que palavras são VENTOS EM PROFUSÃO,
das quais nossa ESFERAS captam e sublimam seus cantos...
Como pássaros que sabem seus caminhos...
E sobre tudo o que não foi dito,
não!Ñão me proponho em repitir...
Que se vá como os ventos do Oeste,
à um ÀDEUS que se faça indagação...
QUEM SERIA VOCÊ?
Minha eterna permissa...

" E as flores sem nome são dádivas e encantos das brumas de meu jardins de outono, das primaveras febris, dos sols exalados de amor a se entregarem À VIDA!"

Zédu 14/11/09

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

ACORDEI PENSANDO EM MIM MESMO, SOBRE AS COUSAS E OS PORQUÊS QUE EXALTAM MINHA INDAGAÇÃO...MAS SERÁ QUE AO REFLEXO DAS ILUSÕES INEXATAS DA ALMA, PERMITEM EM DIZER: POR QUÊ? PORQUE? MAS POR QUE...AO ME ENVOLVER NESSE NOVELO , À ROMARIA ´PREGO MINHA ATENÇÃO...AO DESCONTRAIR O DESATENTO, AO PROFANAR AO ALENTO, AO MENSURAR PROMESSAS INSANCIÁVEIS...AO CANSAR DAS COUSAS ROTINEIRAS, ME PROPAGO A DIZER, QUE AO SER , QUE JÁ HÁ DE SER, MESMO , SENDO QUE JÁ SE FOI, ÀS PARTES SEMPRE DISTANTES DOS CORAÇÕES HUMANOS, QUE AO SEREM DESPEJADOS NA VIDA, PERMITEM-SE EM SEU RETRÚCULO A SENTIR MAIS FUNDO SUA PROFUSÃO...EM MEUS TÉDIOS VESPERTINOS DA TARDES DE DOMINGO, COÇO MINHA GARGANTA AO SOM DA BALADA DA ARRASADA, ÀQUELA PROMESSA PERDIDA NOS BECOS SÓRDIDOS DA PROFANAÇÃO...AO PENSAR EM TUDO QUE ME FAZ ABSTRATO, ME RECLUSO EM DEVANEIOS EM ARES DISTINTOS , BURGUESES, COM ODORES IDÍLICOS, SOBRE UM CAMPO CELESTE QUE NÃO MEU NEM SEU NEM HÁ MAIS NINGUÉM A ENCONTRAR...DESCARTO OS PAPÉIS SUBLIMADOS EM BRANCO, CORTANDO FACE`À FACE, A DESVENCILHAR O PARAÍSO, DO QUAL RESOLVI SER E ESTAR E, SE ISSO HÁ ALGUMA IMPORTÂNCIA...NÃO! NÃO FALE NÃO...ESSA NOITE O ETÍLICO A SABOREAR OS ESPECTROS DAS EMOÇÕES, QUE SE DIZEM HUMANAS, SOBRE AS ESTRUTURAS TERRENAS DA TERRA...À NOVA ERA DE QUE ME ENCONTREI NUMA ESQUINA PERDIDA, ENTRE PASSOS , PASSO A PASSO NO SOLADO DA ILUSÃO, POIS FOI DELA MEU PRELÚDIO A FINCAR NA CORAGEM, O QUE OS IMPERCEPTÍVEIS NÃO ALCANÇAM COM SEUS OLHOS CRUS...NU ME VI NO MUNDO A DICERNIR O QUE A ALMA É CAPAZ DE DEVANIR COM O TEMPO...E , DEIXO MEU CORPO ENCRAVADO E ESTATUADO COMO UMA RELÍQUIA DE MINHAS CONQUISTAS AO LÉU...COMO VOCÊ PODE MENTIR PARA MIM, COMO UM ORGULHO PUERIL E INCANSSÁVEL?CAMBALEANDO VOU ME COM AS ROSAS CARMINS EM MINHAS MÃOS DESATANDO O DESCONTENTO SOBRE MÁGOAS FÚGEBRES, POIS MEU CORAÇÃO, NA GENEROSIDADE DE SEMPRE PULSA O SANGUE TINTO DA VIDA...NÃO HÁ ESCOLHAS , SOU PETRIFICADO PELA MENTIRAS, MAS ,TAMBÉM, SOU DA VIDA, NÃO POSSO NEGAR , SOU O CAMINHO QUE ALMEJO RESGATAR...BUSQUE NOS ANJOS DOS OLHOS VERDES A COMPREENSÃO! ADEUS, ENTÃO!

sábado, 7 de novembro de 2009

Se sei...

Saber
Como
saborear
e há diferença...
Como um crepúsculo
das cousas inexatas
entre partes
dá à parte de eterna ilusão,,,
Como OLHOS crus,
dos véus que descarnam à FACE.

E estou contrito,
nu
e em papel em BRANCO
desenhando o rebelo,
dos lindos OLHOS VERDES,
que por mesmo, assim,
que me vedes,
não saberá a profusa dimensão...

Só sei,
que ao estar...
transita um espaço envoltório,
dos caminhos sem fim...

Pois de CARNE está D´ALMA,
mas não há de ser como há...

Indo e vindo...
Vendo o mar, estou em outro
CÉU OCEANO...

" VENDO FLORES AO MAR E, AS DEIXO PASSAR...COM SUAS ÍRIS CRAVEJADAS DE BRILHANTES, POIS O SOL OFUSCA SEU LUAR..." ZÉDU 7/10/09

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

E fecho os olhos das ilusões,
para a premissa de que está com estar...
Como as ALMAS transitórias,
que relançam seu chão...

Ao meu bem estar,
de venturas propagadas
DA TERRA...

Ao longe encontra a FACE oculta
permeando os ´CÈUS
em direção...
Por caminhos se vão...

Nu está sereno,
ao ELO de que estivera recluso...
Como as COUSAS profanadas
esmera...

Ao desatar os relances
de que são ALGOZES,
como FACE a FACE
das estáticas indagações...

Se À LUZ lhe projeta,
no LUAR está
como uma BELA pretensão...
A dizer AO MUNDO,
de que eram servantes...

Como o SER que já É e,
se foi...
a propagar suas únicas VESTES
do seu CELESTES olhos,
que ao VEDES VERDES ...
Pois não souberam decifrar meu ANJO AZUL,
pois mera NU
como as capas terrenas em ERAS...

Esferas se vão,
descobre meu chão...
E mesmo, assim,
por ande vaga ao encontro
dos que já foram e,
permanecem sem saber...

MEU ANJO,
de brumas e encanto,
me desvencilho dos paradigmas,
que fizeram de ti,
um INACESSÍVEL
encontro de ilusões...

POIS BEM,
pensar na ETERNA dissonância,
que bem de terra
não será tão vil ao meu galante...

E se foi...
já era...
São etruturas distantes da TERRA...


" Ao celeste encontro de meu luar procuro nas rosas o perfume, a essência constante a decifrar as nuvens de meu luar..." Zédu 3/10/09

sábado, 31 de outubro de 2009

ohhh,
Meu aNJO...
Meu querido SER,
que vi passar,
sobre os altares de meu VIVER...
Sob a luz serena está perdido,
em contrapontos, em desencontros...
Pois bastar me a dizer,
que tão BELO,
não havia de SER...
É que as palavras vão sobre profusão...

Meu lindo anjo,
me desculpe...
Tão ríspida minha parte que desata
os celestes ARES de seu viver...

Sobre um TEMPO,
onde não há mais templo,
me contemplarei às lembranças,
donde surge VOCÊ...
Meu grande AMOR de ilusões,
minha capa celeste de VENTURAS,
meu VELUDO cálido...

Inflamado estou sem haver meu SER,
pois é você,
meu anjo minha flor...
Ai dindi...


" Como as flores nos jardins do éden, como um paraíso estático, permanecem cálidas , sórdidas a essência de ser..."

ZÉDU 1/10/09

terça-feira, 27 de outubro de 2009

ÀS JANELAS DA ALMA


AÍ , MEU SER...
CADÊ VOCÊ?
QUE BUSCOU NA VIDA,
A CORAGEM...
COMO UM RASTRO DE PAISAGEM...

VOU AOS CÉUS ESTRELADOS
A SABER DA COR,
DE QUE ERAM MIL MINHAS ALEGRIAS...
POIS QUE ARDE-SE O FOGO
ENTRE QUIMERAS ME PROCLAMAM...

DEVO IR À RUA...
EM OUTRA ALTURA,
DIANTE DESSE INEBRIADO ALTAR...
DA EMBRIAGUEZ, DA SOLIDÃO, DA EXATIDÃO...
A OUVIR MENTIRAS,
DE QUE OS HOMENS CANTAM...
A ME INFLAMAR...

MINHA ORAÇÃO,
JUNTO À MIM,
COMO OS SERES INVISÍEIS DE QUE POSSAM
APAGAR E DESFAZER-SE
À VISÃO...

DE QUE SONHEI MIL À PRIMEIRA VEZ,
EST´´A IMACULADO
COMO TUDO O QUE SE HÁ SONHADO...

BUSCANDO AO SER QUE RESIDE NA TERRA...
MINHAS PURAS E OUTRAS MIL
PRIMAVERAS...

AONDE SOU, VOCÊ,
EM MULTIDÃO...
AMOTINADO EM CARVÃO,
A SORVER OS PAPÉIS
DE QUE EMBLEMAM MEU NOME...

PARA QUE SAIBAM AS FACES
DE MEU CODINOME...
VOCÊ ME CONSEGUIU,
PORÉM NÃO DELINEOU AS PERNAS
E OS ANDÂIMES,
POIS QUEM SAIBA,
REVIRAR AS FACES DE MEUS ESPÍRITO-SEM NOME...

" AS FLORES ESTATIZAM-SE SERENAS, BELAS AO MAR , BELAS AO LUAR, POIS SEM PRETENSÃO A AMAR..." ZÉDU 26/09/09

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Pois sei,
que cada escadaria tem sua mão e meu corrimão...Escorrego contramão , meio desconcentrado , meio à deslize, pois vi minhas lágrimas secar...E você , sórdido e ineficaz e, estava do outro lado da janela...E meus cinzentos-olhos , também estavam escuros...Ao renascer à luz , vi passar em profusão,`a noite inteira, sobre campos de que não eram meus...E você, continua a mesma conduta...Então volte para Rua, e deslize à PUTA...e continuou, assim, com papéis em branco, em devaneios , entre copos, cinzeiros, desejos ao mundo inteiro...e você, não mais espera a SOLIDÃO, pois o caminho não é contramão...e eu que posso fazer?

Vou dar uma voltinha, comprar um cigarro de cada dia, e dá bandeira à solidão...profanMENTE, SEI O QUE IREI FAZER...ADEUS!

O SOL BRILHA EM MINHA JANELA>>>...

Zédu 26/09/09
Dádiva


Da VIDA em que procuro,
a ESSÊNCIA é seu conteúdo,
De todas as formas mistas e vastas,
me fazem capaz,
me envolvem,
me cortejam...
Um olhar profuso--desejo
De mel que vejo.
Escorrego e sigo em frente.
Deleito...

As palavras não são fiéis,
são presas à cidadania
E busco num gesto,
a MAGIA,
dos dourados ANJOS de vel...

Meu caminho,
destino ao léu,
prossigo...

Quem sabe,
consigo
desnudar ao mar e,
para lá chegar...
E poder ter te amar...

Um olhar,
um lar
encontrar...

Nas nuvens buscar,
você, amor...
Não há forma e conteúdo
a acabar...

Sem fim...
Saborear...
No Ar...

´Zédu 2/10/07

" De quem são flores de que encontrei no jardins?eram elas , tão belas , primaveras...ou depois de amanhã..." Zédu 26/09/09
ÀS JANELAS DE MEU CORAÇÃO...

P
ois BEM,
encontrei uma pessoa sem definição,
de AlMA límpida...
É que encontrei na VIDA,
dançando...
É que pretendo leva-lo à VIDA e,
não deixa-la esquecida...

POis então ,
meu bem,
estava a sorrir meus prantos
ao luar...

É que meu desejo sacia
a redoma em que estou eu
a AMAR...

Para tudo
o que se há de singelo
a proferir e proclamar...

Ó meu AMOR,
pois , aqui, estou...
E deve haver um perdão
sobre esses ares bulgares...
Para ter o companheiro,
pois sou FELIZ...

E com, VOCÊ,
longe de todos
deve haver alguém para mim...
Em minhas promessas VIS,
arranco as dores de minha cicatriz...

E se todos erram sem mim,
aonde estou eu , SENHOR,
sobre os braços gentis,
donde o BELO,
estou perto de mim?...

Deve haver um grande amor
e estou, aqui...
Pèrto de lá,
procurando acolá,
vocÊ dentro de mim...

À meu AMOR,
que a ANDROGENIA permite,
esperando estou,
diante do som,
em que canto para ti...


" E lhe FERTO AS FLORES DE MEUS JARDINS, POIS ME AMAM NO PEITO DE SUA PROFUSÃO..."ZÉDU 25/09/09

sábado, 24 de outubro de 2009

O jogo da vida

Quando olho para você,
não sei o que dizer,
não sei o que fazer...
Até parece que estamos num jogo.
Você, não sabe o que é o AMOR!
Você, nunca o esperou...
Você nem se quer tentou...

Cair em armadilhas
Pisar em falso.
Não achar SAÍDAS...

De repente,
buscamo-nos na VIDA.
Nos descobrimos...
Nos tocamos...
Nos sentimos...
Não é para resistir seus desejos...
Temos que provar nossos BEIJOS!

Se recordar o PASSADO,
É melhor recortá-lo!
Temos que esquecer...
Ousar um novo CAMINHO e,
nos entregarmos...

Vale à pena AMAR,
ter que comprar.
Um pedido, uma conquista...
Não importa o VALOR!
Tudo tem seu PREÇO!

Uma proposta indecente,
quem sabe,
te fará despertar para o óbvio!?
Te provocarei mais tarde,
quem sabe!?...
Poderei ir mais fundo...
Estamos no JOGO,
aprenda a se ESCONDER,
ou se ENTREGUE aos seus AMANTES...

" as rosas vermelhas carmin despertam o âmagos de emoções vívidas, porém contritas"

Zédu 16/03/05

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

MINHA CRIAÇÃO É BARROCA, EXISTENCIALISTA , FULGAZ, POR VEZES REVOLTA EM MINHA CONTRADIÇÃO DE MEU SER REVOLTO EM SUA EVOLUÇÃO CONTRADITÓRIA...BUSCANDO NA VIDA A PERQUERIR OS CAMINHOS DAS JANELAS DA ALMA, INVISÍVEL E SUBLIME, COMO OS ARES DAS ATMOSFESRAS DO MAR...EM MEIO À DUALIDADE CONDICIONAL PELA QUAL ME DEFLAGRO, VOU À VIDA COM CORAGEM , MARGEM À MARGEM DE QUALOQUER CARACTERE EM UMA MENSAGEM COGNITIVA , TEMPERAMENTAL, EXPERIMENTAL, DAS MENSAGENS DE MINHA MENTE PROFUSA A DIVAGAR, AO SABER QUE O TEMPO É APENAS UM ALENTO E UM RESGATE SIDERAL...QUEM SOU MEU EUS?QUEM SÃO MEUS ´ZEUS? QUEM É DEUS NESSA MIRAGEM?PROPONHO QUE NOS AFINQUE À NOS, QUE NOS PROCLAME A NÓS, EM NOSSO ALTRUISMO EGOCÊTRICO E, POR VEZES BORDEJEIRO E SOLITÁRIO AO SABER QUE O DESTINO DIZ VERDADE NA CARA E NA CORAGEM...POIS VÁ À LUTA!POIS INFLAME AS REMESSAS PARA QUE NOS ENCONTREMOS EM MEU RETRÚCULO...QUE ASSIM JÁ SEJA! E VEM À ALGUÉM!...ZÉDU 24/09/09
O VAGANTE...


Quando um SER entrar para VIDA
descoberto de seu campo,
descarte as promessas
de seu DESTINO...
Ao se deparar com o vazio,
escute as palavras amargas e,
as torne austeras,
pois à cada passo,
um caminho,
seu brio...
As janelas do passado,
são como os jardins
cinzentos e opacos.
Não se desespere!
Não espere!
Vá adiante!

através dos ELOS,
desbravamos nossos ímpetos...
À cada bordejo,
há uma VERDADE singela
a presenciar...
À cada CARNE trêmula,
um olhar a apaixonar...

As LÁGRIMAS secam a VIDA,
mas um singelo OLHAr,
que verás adiante,
não é sozinho e servante...
Talvez uma flor a desabrochar,
uma proposta para AMAR,
quem souber sonhar...


" As flores cantam, exaltam o VIVER...ao saber escolher..." Zédu 29/12/08
Às vezes e difícil seguir...como um barco de papel em um mar imaginário e invisível.Tão leve e breve à distância de um rumo promissor, que em meio às distâncias intempéries de um mundo lúdico, mas real, absorve os prantos dos ninhos vazios, que em sua exatidão, proclamam aos Céus, outros tempos de que não há mais tempo...
Pois, então, seguir seja meramente a conduta previsível e fulgaz, pois o tempo passou e, as lágrimas de que não são mais lágrimas, secaram como gotas cristalinas, secas e àridas...
Para que , então, seguir não mais absorva as andanças do mundo, que gira em torno de um só CRIADOR, que conduz as esferas terrestres da TERRA...
Em meio às nuvens, também, há as janelas dos corações humanos, que transpassam o SOL de seu VIVER...
As emoções de que restam fúngibres, desatam-se e se apoiam meio ao MAR da sensatez...
Pois , então, seguirr como os SERES que se dizem HUMANOS a reatar as ALMAS de suas JANELAS invisíveis e leves de SER...
Pois, então , aqui estou em meio aos VERSOS das metáforas DA VIDA, pois os papéis relatam, descrevem, sentem e vivem àquilo de que as mãos se inclinam a dizer...
Tão BELA é a VIDA!E o mar a AMAR por cada vez.As tempestades, que em nossos OLHOS dublam à vista da SOLIDÃO...Não!Não sei não...Só foi ÀDEUS, qque resgatou...
Pois bem, em linhas se vão os CAMINHOS e o barco de papel SOZINHO, pode só seguir e, ir...E quem sabe, encontre o TEMPO, em meio ao VENTO de que criou.
Como as LEMBRANÇAS DA VIDA, ó BELA!Sois aqui um ponto repleto de DIMENSÕES, que se criam e se VÃO, na inexata parede do que restou...O AMOR...

À LUYZ!

Zédu 21/09/09

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O papel

Ninguém sabe a cor do poeta,
que sempre afeta,
que sempre aflerta...
nas cores inexatas do papel...

Quem sabe da VIDA,
sempre emitida,
sempre presumida...

Ninguém sabe quem é o poeta,
que sempre desperta,
os ares ao seu redor...

Ao falar da VIDA,
sua promessa nnão esquecida,
da qual ninguém sabe a cor...

O poeta e o nada
Ninguém e poeta
A porta aberta
A janela que inflama as labaredas da alma...

Já é hora de o POETA partir e,
seu desenho é tão simples,
que podemos resolver...

E o poeta realça os olhos
de que te chama...
E o poeta também AMA...
E o poeta diz:
" Quem são vocês?"
A atmosfera lúdica de sua indagação...
E o poeta absorve a escuridão...

O poeta conduz e reluz a direção,
pois então diria:
" VAMOS PARA VIDA!"
Ao deixá-la querida...


" Como as flores em meu jardins, em um mundo Sensivel e inteligível, pois as pétalas são como retalhos donde a alma escapou-se..." Zédu 22/09/09
Ao SER visível


Como um Ser nu,
que se disdarça entrelinhas...
no corpo singelo e delgado
das disversas formas
de SER...

Ao disfarçar a monotonia sincrética,
que desperta as faces ocultas,
em ver o que é o Belo...

As lindas flores dos jardins de nossas existências,
proclamam,
nos chamam em nosso âmago,
a exaltar os ímpetos de nossas vivências...

Ao serem ao mar,
deixá-las resgatar,
como os sabores profusos
da Terra...

Pois as direções a levam,
na doçira margem do SER...

Ou o SER nu SER
Ou o SER não SER
Ao Ser que seja,
sendo assim , mesmo,
o que seja capaz...

Zédu 22/09/09

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Além dos Céus

O melhor sentir
A idade
As janelas de minha LIBERDADE....
Pois me desculpa,
Se deixei cair...
Como folhas em papéis em branco
Divagando o destino
A correr...
Pelas passarelas de meus andaimes...
É que preciso sentir
As energias eletrizantes
De meu chão concreto e sideral...

Me ame
Além das janelas,
Onde o CRISTO
Se liberta em redenção...

É que preciso ir...
Não mais seguir...
As janelas de meu coração...

Na alma profusa,
A liberta sensação
De poder...
E cada vez mais...

O fogo sagaz
Eletrizante vivo
Como um SER
Muito mais perplexo
E difuso...

Meus braços abertos,
Guiam as distrações...
E que preciso ir...
A busca volátil e sublime
Ao SER capaz....

E não me cante mais
O sermão de cada batida...
No elétrico escape,
Sei que sou mais,
O fogo livre das labaredas
Da VIDA

E minhas promessas sentidas,
Não consentem
À vossa RIMA...

Pois à noite,
Os ímpetos deflagrar-se- ao
Os campos em exaltação...

É que preciso ir...
Como os SERES
Que se mostram livres
Da VIDA,
Donde são criadores.

Não esgote seu tempo,
absorva àquilo
que provou...
em um âmago mais absorto,
para que a cumplicidade te energise
à LUZ de seu relicar!
Pois eu sinto em VOCÊ...
Zédu 20/09/09

" À flores são livres a encantar os jardins de nosssas EXISTÊNCIAS..." Zédu