segunda-feira, 1 de junho de 2026

Sinceramente...

 As vezes,a realidade 

Emanação mentiras,

Coisas,a fins.... 

A delinquência.,

A sinceridade em cena 

Loucura a Beira 

Da palavra, profundidade 

No paladar em expurgo.

A revelação do sinistro 

Viés de folhas na janela 

Paraíso secreto,aderido às circunstâncias 

Sublime sensação,

Voltada à razão 

Tangível ao invisível 

Ao despetalar o toque 

Ao invisível, despreocupado.

Ao sentimentos,em torno 

Da vida.

O retrato fiel

Da figura de um manequim,

Que,por fato,

Permanece intacto.

Planos e fugas,

Pensamentos inerente 

O retorno, novamente,

O silêncio ao longo da mente

Existência das palavras 

Em dobras de do papel. 

O encontro sutil 

Com as mãos de Deus.

A ciência da realidade .

O realce...

 Sob a comunhão 

Da perfeição de um manequim,

Venho a supor,

Um relato.

Diálogos sem fim.

S proposição da mudança,

Que chega sem avisar,

Declamando o corpo,

S etérea emanação,

Por viés da renuncia,

Pensamento sobre isto,

Ou quem,

Sabe aguentar.

A disposição de homens,

A reconhecer a realidade

Entre poemas libres 

Deixando em parte,

Promessas antigas

Dor dos enamorados

O real aparente, realce 

Tons sublimes

Suprema voz

A intenção, coalizão 

Das mudanças, de que mira

Meus olhos 

Pureza enfática 

Fortaleza de luz 

Nuvens consagradas

À fraqueza de Deus ,

Expulsando, expurgando 

Desejos óbvios

Talvez, sob a face,

Versatilidades seriam 

Corpos de um manequim,

Desmoronando o corpo,

Em exaltação.

Sutileza de rum romance,

Demarcando silhuetas

E valores,de certo modo 

Coração avesso às semelhanças.