terça-feira, 30 de junho de 2026

Exposição...

 Mar avista.

Mirante belo 

Coisas enfáticas

Ao redor do mundo,

A face

Emblema sutil 

Sobre tudo o que,. talvez,seria...

Algum requinte notável 

Moral dos tolos

A razão de ser

Superfície abalada

Raízes profundas.

O objetivo constante 

Lágrimas correndo rios 

A. Proeza dos tempos 

Face do poema 

segunda-feira, 29 de junho de 2026

O circuito...

 Seus olhos professam 

O necessário 

O caminho do redentor,

Admirável momento.

A consolação,por vias

Do habitar 

Abrigo necessário e soberano 

Nada além da razão 

Verbo que cura a ciência ,

Coerência do exato caminho e circuito 

Seus olhos confessam 

A língua alheia 

Sentimentos duradouros 

A eternidade de um dia

Abençoado feliz e suave 

Há algo em crer

No sublime notável 

Pois,seus olhos cercam 

Muros fortalezas 

Faz o poema nascer

Nas esquinas da vida.

domingo, 28 de junho de 2026

Conexão...

 Preciso deixar 

A luz incidir 

Sobre o alcance e a tentativa 

Flores belas são artefatos 

Notórios da sorte e coragem 

Distração de meu belo

Prazer,ao falar seu nome

A proeza é a orientação 

Dos inocentes versos,

Que ecoam a cavidade do mundo,

Em cada estação, quando 

A discrição ocorre,

No fluxo sobre o que 

Me faz sentir 

O melhor entendimento 

Entre ciclos e esferas 

Um punhado gentil

De rosas no outono,

Passando sobre a sensatez 

Da estação Vitta 

O dorso selvagem do encanto 

Tolo desejo

Feitiço sutil e branco

O resgate da SS nuvens 

Aí partida,a par da sinceridade dos planos 

sexta-feira, 26 de junho de 2026

A expressão exata...

 Flores no jardim 

São raros momentos 

Espetacular 

Quando nosso semblante,

Aparente suave,.

A sorrir paira,. sob 

O pesar 

Cada gesto 

Cada gota de orvalho,

Deita na música da sintonia,

Através das rosas calidas

Branda promessa,.

A correr. Águas translúcidas

Dos rios...

Porque seguir em vão,.

Rumo aos acontecimentos necessários 

Ao despertar o emblema 

Suave e subjetivo 

Sujeito notório das circunstâncias 

O lado aparente e o adereço 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

O capricho...

 Quando o alarde passar,

Passando a deixar 

Ser e deixar 

Acertando a verdade 

Junto aos sentimentos 

O vento à procura do amor sutil 

O valor secreto 

O mel entre a gente,

Num toque,num gesto

Esquecendo,por horas

A salvação do cotidiano.

 Deixa,no cer,

Nas blasfêmias desse mundo 

O que vestir,.rumo ao sinal

Dos velhos sonhos,

A chama ardente 

Cabimento notável,

Despertando um poema,

Igualmente constante 

Cadência do mundo 

Veja a ser,. certeza certeza,

Os vestígios 

Semente e enigmas 

A proeza verdade do oceano 

Um punhado de sorte e alegria 

Vestígios paralelos

A expressão notória da fuga

Propositura ao norte 

Versos que jamais

Hao de ser. Concreto,

No conceito abstrato do cotidiano 

Soletrando o adereço  

Ao longo do dia.

quarta-feira, 24 de junho de 2026

O portal do...

 A minha alerta 

Pedra de diamante 

Olhos profundos

O grande acontecimento 

O relato do fim

Exatamente, quando 

Aproximamos-nos

Da estrada em alerta,

Jogando por um fio.

Dor sutil, fluindo em ser

Muros de cima de Fortaleza 

Talvez,

Um novo amanhã,

Rasgando pedras

Línguas soltos dos nomes 

Arrastando o que há 

De ser em ti,

Resta-me o amanhã 

Na palavra solta do poeta


terça-feira, 23 de junho de 2026

A exposição...

Foste adentrar 

Já posto a evitar 

Veracidade 

O ar ameno de cidade 

Versando sobre o decaimento

Do lado, do tempo,

Rumo adentro do gesto 

Do. Fim de tudo,o mundo.,

O princípio posto a efemeridade

A porta aberta,

O norte vazio,

O salão coberto de pedras 

Lembranças nos olhos cegos,

Ao abrir e desfigurar 

Conversa de um jeito de ser

Alegria que permanece 

Em paz...

Ao ser e ao crer

Da rotina laboral do cotidiano 

Versando rios de cabimento 

Ao seu lado,o peito partido 

Sem saber de nada

Sem noção e notícias 

A novidade serenidade da fuga

Ao prazer,o arrepio 

De um frio sincero 

O arrependimento alado

Ente a porta e partida

Sonoridade do que vivi

Ao presenteiar suas coisas,.

A luz do frio no meu inverno,

Um diálogo franco 

Da minha dor com o desamor 

Andando entre andanças 

E o alarde dos astros 

A fragilidade do seu sorriso 

Lavrando o vento da janela 

Lavando a primazia 

O esquecimento na Beira da esquina 

O realce da cor,

Da coragem do princípio.

Abismos da minha tribulação 

Da razão sem necessidade 

De chorar por horas,

Sem deixar,de deixar a gente 

O anúncio da mentira,

Rodeando tudo,

O infinito dos desejos,

Sufocando tudo o que sonhei.

Com a loucura das crenças 

E procurei a ser feliz

Caindo a levantar,

A poeira do chão vazio 

Subitamente,o sujeito

A retidão da tentativa 

A alucinação da aderência 

O infinito, subjetivo 

Entre o ritmo e o ventre 

Da tentação da tentativa 

Mais próxima da alma.

Da cadência livre,

Do Sol expoente.

Um astro diferente rente.

O ar condicionado de tudo.

Aclamando por amor, sentimentos 

Na voz presente 

O choro do poema,

O lirimismo da recordação.

Lembranças a florir

Verdadeiro coração 

O pingo do mundo.

Versando estimas concretas.

A raiz mais pura

Corredeiras dando vazão,

Mirando o paraíso,

Somente entre nós,.

Cabe. Deixar intenções 

Aos santos e fatores

As virtudes aclamadas e reconhecidas

A saudade da fé, que 

Compreende a gente,

Quando as lágrimas vão.

Se embora para um novo dia

Nascer e. Despertar 

O cativeiro secreto de tudo 

Só reconhecer você e eu,

A poesia dos meus olhos 

O companheiro altivo

E incandescente.

Uma presença notória

O amor e a loucura 

Flerte entre arcos,flechas e violão 

A canção nas mãos da água 

Cânticos alheios à vontade.

A partida,um ritmo inconsequente 

O encontro do endereço 

Da noite sobre o dia 

Acompanhando os lábios serrados

Segredo,medos e tudo

A medida adentro da beleza ,

Que chega sem avisar.

Felicidade e tudo...

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Descartes...


 A correr por nada

A fluência do fim

Do mundo 

O encanto solstício de verão 

A mão

A não. 

A negação.

O viradouro de tudo.

A demasia

A letargia

O que encanta

O que enobrece 

O que há de bom

Com a gente 

Sem ter que florir,

Rumo a sorrir,

Ao ir embora,

Sem palavras,

Sem hora.

O pertencimento ainda 

Ha mentira.

A banalização de tudo 

A margem que encoa

A franqueza dos sonhos 

A versar luz e poesia,

Cantando em branco,

O abismo da palavra,

Aquieta e aflora,

A verdade, sem falar

Sobre a expressão do caminho

Quando ao menos chegar,

Fluir a dizer.

Razões de ser

Raízes de ternura 

Abrindo a janela,

Da crença arrojada 

Entre a coerência 

Primavera seria,

A cadência do luar,

Propor e profanar.

Anjos a bailar 

A semente cativa

Fluindo cores de paz,,

No meio do dia,

Em que a mentira crua,

Cria e cura

Razão oposta 

Fortaleza da alma

Terreno plano

A nascente Da vida 


sexta-feira, 19 de junho de 2026

A perceber o motivo...

 O meu sentindo 

Corre à beira

De um abismo 

A extrema face 

Do velho saber

A insegurança ao lado

Mais justo do poema

O decurso extenso

De seus olhos,

A perceber, nuvens ao vento 

Frágil sensação,

A vulnerabilidade,que

Me engana com seu sabor,

Assinatura e planos,

Compreensão de marcas e enganos.

A moeda de troca,

Servindo a mesa de jantar

Fração entre nós,.

Justo motivo 

Escondendo a languidez

Dos portões quês

Gentis das palavras acertivas 

Sobressaltos do luar,

Do abrigo do clarão,

Em nome de rosa,

Grifada no meu corpo,

Reflexo do coração,

Por que, justamente,

A sensatez...

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Para,que ,assim,tudo ,seja...

 No dia,

Em que me deitei

Com Deus,

Sem saber,que

Não podia dizer adeus.

...

As palavras que guardei,

O sagrado momento,

A espera do Sol,

Debaixo da minha janela,

Jaz esquecida,

Em cima de muros e montanhas,

Que carregam as lembranças,

O perfume,s marca e expressão 

Das efemeridades belas,

A estação e a espera do verão 

A sorrir meus lábios 

Ver o tempo,que

Carrega verbos livres e versos soltos,

Justificando as horas longas,

Presença de Vitta,

Consagrada sem saber,

Que estamos vivos e bem,

Carregando livros e a liberdade,

No colo,

Repartindo o som dos detalhes 

O cativeiro secreto do coração 

Em alarde do som,

Do porão do fundo do mar,

Muros e montanhas,

Minha fortaleza a cantar,

É preciso recomeçar a lhe amar

Construindo lamentações,

Quando Deus acordar 

Desse sono profundo...

Entre a cruz e a espada 

A luz do vazio.

O sentimento mais lindo 

A poesia de meus olhos.

Rastros da solidão,

A espera,que,para sempre 

Ha no coração,

São laços da eternidade,

Perpetuando o sagrado,

A reconhecer,o que concreto 

Está nas mãos do cabimento,

Justo e certo.o que

A vida conduz,

Tudo o que clama e carrega,

Entre planos e passagens 

Versos trevosos,que

Correm rios..

A fuga à luz da coragem 

A fossa e a margem 

Ensinando os enamorados,

Os sentimentos e os abraços,

O que não pode fugir,

Só virar as costas,

Rumo ao encontro de Deus 

Carregando o chão,

Libertando o amor e o esquecimento,

Na noite fria, que 

Chama o nome, porquê 

O vermelho e a noite 

Jamais nos separarão

Carregando flores em seu jardim 

A divisão da história,

Das terras velhas e adormecidas 

Verdade e Vitta 

O fogo e as palavras 

Entre um lado de Deus 

A casa e a esperança,

Nascendo o dia,em que

Me deitei com Deus,

A contemplar luz 

Dos seus lindos olhos,

Maravilhosa fuga, que

Me faz lhe encontrar,

São pérolas no mar,

Justificando o que me faz sorrir 

Lindo e incrível 

Intensas intenções 

Desejando resgatar promessas,

Consagradas à sorte,

Que um dia partiu 

As dores. Em branco 

A Forza,que 

No coração abraçou

Os espelhos e a vida,

A ausência deixada 

Fronte a razão,

O vento sopra. Meu adeus,

Diante da jornada,

Em que me importa,

Ao falar sobre seus sentimentos 

A despertar palavras e partidas 

Pensamentos de minha 

Simplórias história

Do rei e sua soletude,

Que em Deus reside

As bençãos e virtudes 

A passagem do tempo,

Cavando palavras predicadas

O porquê dos recados

A sorte grande.

Não hei de esquecer 

Como belo seria

A terra deixada em seu coração 

Seu corpo,alvo de desejo e prazer,

O que Deus quiser,

Para , além de tudo 

A franqueza e a vida

Sem hesitar 

Palavras no ouvido..

...

quarta-feira, 17 de junho de 2026

Suposições...

 Exato fim

Certo momento.

Finalidade,por fim

Correria dos dias,

Em que me distrito

Entre os nós,

Chão de vernis 

Obstáculos ,para

Além da razão 

O resgate pela memória 

Nada a supor 

Coerência dos fatos 

Enfático momento 

Delírios na mente 

Anjos dormem 

Em meus sonhos 

Sentimentos justos 

Intenções e lembranças 

...

terça-feira, 16 de junho de 2026

A sintonia..

 Não louvarei

Flores de abril 

Dando norte,

A alma do pertencimento 

A pureza gentil,

Nobre sentimentos inocentes 

De fato 

Firme escolha 

Falas recorrentes,

Na divergências,, quê 

Ocorren,na dinâmica 

O diálogo primordial e impossível,

Minha honra.,.

Meu bem 

Preciso versar

Pétalas de rosas,

Rumo ao acaso 

Sentimentos de amor no verão 

Aberto à sala.

Proporção de amor e flores 

A sorrir,  na derradeira 

Vontade,de vez...

Devastador solidão no chão,

Solo febril da selva rasa 

Raridade de nossas mãos e vida

Palavras no palco 

Das ilusões 

Cabimento dos acontecimentos.

...

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Para além dos fatos...

 De repente,

Tudo o que hei 

A compreender 

Coisas e lembranças,

Que marcam expressão da vida 

Como sensações na pele,

Junto ao espelho da alma,

Água livre, fronte s janela do tempo 

Novo bele Horizonte 

Um eterno puro e etéreo

Sentimento ao relevo 

Caminhos abertos 

 A rota necessária do destino 

Tudo o que vem a sobreviver 

Fora do mim,um lugar 

Ensinamentos vão além 

Da palavra 

Profundidade entre rios

Coração de versos trevosos 

Poema guardado entre mãos.

Rosas e perfumes,

Quaisquer,

Ligamento e união 

domingo, 14 de junho de 2026

O resgate...

 Por acaso,

Aonde respiro 

Jaz um aviso

Entre ares de toda banalização 

Sinal de parte,

Entre tudo,

O que se diz,

Deixar atrás 

O supra sumo

Seguindo meadas 

Em minhas mãos,

O mundo carrega o privilégio 

De ser feliz...

Só conhecer a liberdade 

O amor em pessoa,

Que ao trocar Vitta

Em sensibilidade sutil,

Não fui adestrado a resistir,

A chegada triunfal do poema.

Bençãos 

Virtudes 

Milagres

Frutos do amor,

Mas manhãs da gentileza 

Ao ouvir, exatamente,,

O princípio em ser

Fidelidade em minhas mãos 

Só reconhecer o passado 

Esquecer circunstâncias 

O tempo resiste ao verbo 

Deixando...

A paz em ser humano por demasia 

Atrito maior, que 

Ambivalências de um silêncio 

A prece de reconhecer a direção.

O vento sopra minha vida 

Rumo ao mistério.

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Dualidade

 Proeza e leveza 

Alma e linguagem 

De vir a ser...

É sobre as águas 

Pessoas,causas e circunstâncias 

Sobre a passagem 

Ao bem estar 

A linha horizontal.

Demasia ao falar.

Declaração versos livres 

O amanhecer ao esplendor 

Correto plano..

A palavra aberta ao conhecimento.

Sentimentos declaram 

Vento e norte

Nobre semblante 

O amanhecer e o despertar 

Conceito singular 

Em ser.  

...

quinta-feira, 11 de junho de 2026

As faces...

 Seus olhos são a certeza 

E a face,

De que tanto preciso

Religar ao poema,

No molde sereno,

Que a vida

Nos entrega em face .

A coragem,o reduto

A voz em min

Quando em tanto,. heróis

O respeito se faz,.

Nas lágrimas de uma valsa,

Quando a confiança,

Nos aquecer junto ao Sol,

Próximo ao vermelho e a noite...

Clareza e a passagem.

Proeza 

A partida efêmera.

Sonoridade, enfim...

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Bella corpus...

 Rasgando a poesia,

Entre pernas abertas 

Rumo à confiança 

De um Sol pungente 

O valor do semblante,,

Sempre,no exato momento,,

Em que,

O castigo ao esquecer 

A terrível precisão

Ao rever condições sinceras.

Fundamento livre

Palavras soam entre nós,,

Por entre livros,

Despencam o domínio.

Valor de fato.

Tarde demais,

Meu bem,encanta versos,

Na sutil veracidade 

Do Norte.

Encantado na proeza.

Principios simbólicos.

Erguem escolhas, 

Junto ao despertar.

Face de mim, agora...

terça-feira, 9 de junho de 2026

O reconhecimento

Dobro a face 

Ao alcance da janela 

Coisas firmam 

O lugar 

pertencimento,que

Um dia,

Flui a ser.

Coragem do ato

Compreensão humana 

Sonhos que cabem

Mar adentro 

A supor a inclinação 

Declínio entre panos 

Sensibilidade e aderência 

Pensamentos e vestígios 

Noutro Bello querer 

A passagem pelas ruas

Inocentes detalhes 

Simplesmente,

Exaltação...

segunda-feira, 8 de junho de 2026

A expressão dos detalhes ..

 Por entre,,

A superficialidade 

Havisto o rosto

Do retrato do poema 

Ao me apaixonar 

Pelas curvas do norte,

Dos princípios dessa 

Fragilidade 

Um verso solto,

Rumo ao sol,

É capaz de voltar 

À eternidade dos dias,

Em que estou declamando 

O dizeres 

Minha gratidão 

Algo surreal,além de tudo

Entre o ritmo e a lembrança..

A esperança sutil 

Do verbo e de sabedoria.

Céu lilás

Coração sagrado 

Manequim justo e secreto,

Por entre nuvens 

Minha mente cria

O real,fatos de uma realidade 

Nobre obrigando a correr

Adeus

A beleza sublime e soberana 

Das emoções 

domingo, 7 de junho de 2026

A falange...

 Talvez,

Mude de rota,

Ou,de face,

Ao redor das circunstâncias.

Talvez,nada faça

Diferença.

A proeza disfarçada 

De amanhecer.

A indagação de servir

Aí propósito,luz

Ao acaso.

Seus olhos revelam 

Minha cicatriz.

E,não poder alcançar 

A linha do Horizonte,

Talvez,desapego da memória,

Recordações de fato,

A surgir o vento 

Paz por mim,

Que tudo seja

Amenidades de um tempo 

Comum ou banal

Temido ou falado.

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Marco capital...

 Ansias me fazem crer,

Sobre nos,

Sobressalto,

Às alturas de meu norte 

Sentimentos capazes 

De chamar meu amor.

Grandioso céu 

Só amanhã sublime 

Rumos outrora 

Passagem curta

Nossa voz,

Porta retrato 

Efêmero e sútil 

Ao lembrar dos fatos.

Compreendo ao exposição 

Do tempo atroz

No deslize dos fatos  

Nada a lembrar das circunstâncias 

Declaro-me substrato 

Ao retrato.

O retorno do poema

Verve à procura 

Distração e semelhanças

A permanência do acto...

 Amabilidade de um 

encontro voraz 

Sendo, que as flores 

Surgem na caminhada 

Entre a permanência,.

Exaltando face,

Ao deslizes 

De um relento 

Poema e luz

Da solidão de um tempo 

Afetividade do amor,

Bons ouvidos,

Versos altivos,

Desfolham a paiagem 

E o tempo 

A noite arda a verdade 

Flertando o vermelho 

Rubro e tom sublime,

Dos olhos,

Petrificados nas palavras.

A palavra é a fantasia,

Sempre,

Correm perigo 

Ao acobertar desatento 

As montanhas insinuam 

A paz jaz esquecida 

Terras aplanadas

Homens selvagens.

Sintonia aparente dos nomes.

Nuvens e semblantes

Primazia fiel,

De a amar,por 

Tudo, enfim...

quinta-feira, 4 de junho de 2026

A permanência...

 Palavras,em que 

Sua composição,

Relembram finalidades.

E proposições 

A roupa que acalenta coragem,

Na força e na voz,

Palavras descem 

Muros, fortalezas, nuvens 

No céu,ao seu lado,

Seriam...o recorte 

Descriminado planos

E planejamentos

Sujeito a sutilezas..

Emoção que cala,

Um gesto de fim

O azul do céu,seria...

Dupla face

Entre o acaso e o aviso

Propício e soberano.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Firmamentos...

 Solo árido 

Paz entre 

Versos e palavras 

Verbo à procura.

Corre luz,

Na estrada serena 

A plenitude 

Exaltada de um vel

Aberto,sob viés diversos 

Seu olhar cativa 

Ok belo viver no horizonte 

Triste norte

Entre promessas notáveis 

Da vida 

Exemplos, que 

Encaixam-se de sentimentos 

Nobres e altivos,

Diante da memória,

Adormecida na eternidade,

De um tempo abstrato,

Em que o amor faz face,

Perto de Deus olhos,

Um ensinamento fundamental 

A perceber como Deus 

É justo...

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Sinceramente...

 As vezes,a realidade 

Emanação mentiras,

Coisas,a fins.... 

A delinquência.,

A sinceridade em cena 

Loucura a Beira 

Da palavra, profundidade 

No paladar em expurgo.

A revelação do sinistro 

Viés de folhas na janela 

Paraíso secreto,aderido às circunstâncias 

Sublime sensação,

Voltada à razão 

Tangível ao invisível 

Ao despetalar o toque 

Ao invisível, despreocupado.

Ao sentimentos,em torno 

Da vida.

O retrato fiel

Da figura de um manequim,

Que,por fato,

Permanece intacto.

Planos e fugas,

Pensamentos inerente 

O retorno, novamente,

O silêncio ao longo da mente

Existência das palavras 

Em dobras de do papel. 

O encontro sutil 

Com as mãos de Deus.

A ciência da realidade .

O realce...

 Sob a comunhão 

Da perfeição de um manequim,

Venho a supor,

Um relato.

Diálogos sem fim.

S proposição da mudança,

Que chega sem avisar,

Declamando o corpo,

S etérea emanação,

Por viés da renuncia,

Pensamento sobre isto,

Ou quem,

Sabe aguentar.

A disposição de homens,

A reconhecer a realidade

Entre poemas libres 

Deixando em parte,

Promessas antigas

Dor dos enamorados

O real aparente, realce 

Tons sublimes

Suprema voz

A intenção, coalizão 

Das mudanças, de que mira

Meus olhos 

Pureza enfática 

Fortaleza de luz 

Nuvens consagradas

À fraqueza de Deus ,

Expulsando, expurgando 

Desejos óbvios

Talvez, sob a face,

Versatilidades seriam 

Corpos de um manequim,

Desmoronando o corpo,

Em exaltação.

Sutileza de rum romance,

Demarcando silhuetas

E valores,de certo modo 

Coração avesso às semelhanças.