segunda-feira, 22 de junho de 2026

Descartes...


 A correr por nada

A fluência do fim

Do mundo 

O encanto solstício de verão 

A mão

A não. 

A negação.

O viradouro de tudo.

A demasia

A letargia

O que encanta

O que enobrece 

O que há de bom

Com a gente 

Sem ter que florir,

Rumo a sorrir,

Ao ir embora,

Sem palavras,

Sem hora.

O pertencimento ainda 

Ha mentira.

A banalização de tudo 

A margem que encoa

A franqueza dos sonhos 

A versar luz e poesia,

Cantando em branco,

O abismo da palavra,

Aquieta e aflora,

A verdade, sem falar

Sobre a expressão do caminho

Quando ao menos chegar,

Fluir a dizer.

Razões de ser

Raízes de ternura 

Abrindo a janela,

Da crença arrojada 

Entre a coerência 

Primavera seria,

A cadência do luar,

Propor e profanar.

Anjos a bailar 

A semente cativa

Fluindo cores de paz,,

No meio do dia,

Em que a mentira crua,

Cria e cura

Razão oposta 

Fortaleza da alma

Terreno plano

A nascente Da vida 


Nenhum comentário: