Por amor,
Que faz-me o pensar
Colhendo versos,
Nós verbos abertos
Antidoto de ver
Por certa outrora
A cor em degradê,
Que, assim,
Porquê não amanhece,
Nas nuvens das indagações
O desejo de um princípio
De dor e prazer
Deixa né ver,
A desejar entre flores secas
Carregadas mas manhãs
Dos detalhes febril,
Rimando gentilezas
Sobre a sensatez
A ânsia do querer
Flerte. A sorrir