terça-feira, 23 de junho de 2026

A exposição...

Foste adentrar 

Já posto a evitar 

Veracidade 

O ar ameno de cidade 

Versando sobre o decaimento

Do lado, do tempo,

Rumo adentro do gesto 

Do. Fim de tudo,o mundo.,

O princípio posto a efemeridade

A porta aberta,

O norte vazio,

O salão coberto de pedras 

Lembranças nos olhos cegos,

Ao abrir e desfigurar 

Conversa de um jeito de ser

Alegria que permanece 

Em paz...

Ao ser e ao crer

Da rotina laboral do cotidiano 

Versando rios de cabimento 

Ao seu lado,o peito partido 

Sem saber de nada

Sem noção e notícias 

A novidade serenidade da fuga

Ao prazer,o arrepio 

De um frio sincero 

O arrependimento alado

Ente a porta e partida

Sonoridade do que vivi

Ao presenteiar suas coisas,.

A luz do frio no meu inverno,

Um diálogo franco 

Da minha dor com o desamor 

Andando entre andanças 

E o alarde dos astros 

A fragilidade do seu sorriso 

Lavrando o vento da janela 

Lavando a primazia 

O esquecimento na Beira da esquina 

O realce da cor,

Da coragem do princípio.

Abismos da minha tribulação 

Da razão sem necessidade 

De chorar por horas,

Sem deixar,de deixar a gente 

O anúncio da mentira,

Rodeando tudo,

O infinito dos desejos,

Sufocando tudo o que sonhei.

Com a loucura das crenças 

E procurei a ser feliz

Caindo a levantar,

A poeira do chão vazio 

Subitamente,o sujeito

A retidão da tentativa 

A alucinação da aderência 

O infinito, subjetivo 

Entre o ritmo e o ventre 

Da tentação da tentativa 

Mais próxima da alma.

Da cadência livre,

Do Sol expoente.

Um astro diferente rente.

O ar condicionado de tudo.

Aclamando por amor, sentimentos 

Na voz presente 

O choro do poema,

O lirimismo da recordação.

Lembranças a florir

Verdadeiro coração 

O pingo do mundo.

Versando estimas concretas.

A raiz mais pura

Corredeiras dando vazão,

Mirando o paraíso,

Somente entre nós,.

Cabe. Deixar intenções 

Aos santos e fatores

As virtudes aclamadas e reconhecidas

A saudade da fé, que 

Compreende a gente,

Quando as lágrimas vão.

Se embora para um novo dia

Nascer e. Despertar 

O cativeiro secreto de tudo 

Só reconhecer você e eu,

A poesia dos meus olhos 

O companheiro altivo

E incandescente.

Uma presença notória

O amor e a loucura 

Flerte entre arcos,flechas e violão 

A canção nas mãos da água 

Cânticos alheios à vontade.

A partida,um ritmo inconsequente 

O encontro do endereço 

Da noite sobre o dia 

Acompanhando os lábios serrados

Segredo,medos e tudo

A medida adentro da beleza ,

Que chega sem avisar.

Felicidade e tudo...