Deixe que i tempo,
Pare a pensar
Na alegria sincero dos passos.
Curtos e marcados.
Sobre a fiel passagem
Armadilha e começo.
Por entre o ventre e o acro
No arremesso direito,
Indo ao chão.
Somente ramagens e fagulhas
Jorrando água,
Nas plantas e violetas.
Diante da beleza
Justa e emocional
A superfície e o contato
Princípio do caminho Sideral.
A plantar cultura,
No renascer junto ao elixir..
Morangos e abóboras.
Folhas de alface.
O que a doçura do mal abacate,
Soubesse o quanto
Vejo-lhe o encarte.
O suor e sabor das coisas.
Perece em romaria
Rosas desfolhadas na semelhança
Emblemática,
Lado a lado. No sentimento
Quisera falar de amor
Mesmice.
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