quarta-feira, 5 de agosto de 2026

A precisão

 Diante dos fatos 

Deixados por detrás,

De nosso orgulho 

Amargura 

Entre as vias sensatas 

Maos realçam e carregam

Sobrenomes consagrados 

Por certas vez,

O sagrado liga o desejo

Com as portas abertas do destino 

A inércia 

A memória 

Lembranças constantes 

Resgatam circunstâncias e confusões 

Deixados ao deleite 

Na vontade 

Na verdade 

Nossas fraquezas, que 

Consistem em fragilidades comuns

Quando nasce o poema 

Entre a profusão de um 

Simples gesto e detalhes 

Olhos que compreendem 

A face 

A memória de rir,

Sem pensar

Aproxima de mim,

A intenção, por 

Estar perto 

Ranhuras no papel 

Muros e fortalezas 

Marcam o nome e a fuga

Adrenalina ao cumprir 

A função 

P retrato fraterno,

O adorno que registra

Vozes ocultas no espelho 

Nossa alma nua

A volitar por entre 

Sentimentos sublimes

De ser

Seu rosto,a marca

Cicatrizes vorazes

Inocência de um abandono 


O resgate...

 Portas e retratos

Autos apartados 

Por um certo viés,

Intermináveis profusoes

Diante do realce,do alcance,

Todo detalhe, seria..

Guardo palavras,

No corpo suave 

É certo,de que 

Os manequins conservam 

A fonte 

Deixo o oceano preferir 

Palavras ao vento,

Na incessante face da coerência 

Nada muda os fatos 

Circunstâncias acalmam

A alma

Sobre promessas, que

Recorrem adereços e nuancias 

A noite segue a rota

Minhas roupas revelam

A abundância, jorrada 

De forma solta 

Creio nos fatos simbólicos

Entre rezas por paz 

Tudo está sobre controle.

A passagem da efemeridade

O diálogo do entre o chão de estrelas 

Avido momento 

Minha razão à procura 

Delírios e fantasia 

Sem medo

A tolerância é uma força 

Capaz de transformar a vida