Diante dos fatos
Deixados por detrás,
De nosso orgulho
Amargura
Entre as vias sensatas
Maos realçam e carregam
Sobrenomes consagrados
Por certas vez,
O sagrado liga o desejo
Com as portas abertas do destino
A inércia
A memória
Lembranças constantes
Resgatam circunstâncias e confusões
Deixados ao deleite
Na vontade
Na verdade
Nossas fraquezas, que
Consistem em fragilidades comuns
Quando nasce o poema
Entre a profusão de um
Simples gesto e detalhes
Olhos que compreendem
A face
A memória de rir,
Sem pensar
Aproxima de mim,
A intenção, por
Estar perto
Ranhuras no papel
Muros e fortalezas
Marcam o nome e a fuga
Adrenalina ao cumprir
A função
P retrato fraterno,
O adorno que registra
Vozes ocultas no espelho
Nossa alma nua
A volitar por entre
Sentimentos sublimes
De ser
Seu rosto,a marca
Cicatrizes vorazes
Inocência de um abandono