TRUQUE
NADA EXISTE E TUDO É NADA...
COMO SEMPRE FOI
E SE É JÁ FOI
INDIVISÍVEIS HORAS MAIS...
O NUNCA ME PERMITE DIZER E SABER
SEMPRE ME FOI CONTROLADO.
O AGORA É SEMPRE
E O ADEUS CONSTANTE
AS PALAVRAS SÃO PRECES
E OS MOMENTOS PRECIOSOS
A NUVEM TROPESSA E,
NORTE É MEU OESTE...
CAMINHAR É ILUMINAR A MENTE E O DESTINO.
O CORAÇÃO NÃO DIZ NÃO E,
O QUE PRECISO É ILUSÃO
SE PROCURO PERCO E,
O QUE ACHO ME CONDUZ
A ESPERANÇÃ SEDUZ E,
O OLHAR É UM OCEANO DE POSSIBILIDADES...
PARAR É SENTIR O ABSTRATO E,
SORVER O QUE MAIS PRECISO...
POR MIM,
SOU E DEMAIS AGRADEÇO
ZÉDU, 15/10/12
RETRUCULO, UM LUGAR DISTANTE E SIMBÓLICO NO ESPAÇO SIDERAL, ONDE AS ALMAS DO MUNDO TERRENO E DO ESPIRITUAL SE CONECTAM A RESGATAR AS MEMÓRIAS DA VIDA COMO O PRENÚNCIO IDEOLÓGICO DE QUE FORAM CAPAZES DE REGISTRAR SENSIBILIDADE NÍTIDA E SINCERA NA VIDA...
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
E COMO VI O TEMPO A PASSAR...
AS VOZES ,
ME CHAMAM,
QUANDO PRECISO ME RECOBRIR
AO INSTANTE DE QUE ME FAZ FACE
E É CERTO DE QUE DEVA SER ASSIM
COMO AS NUVENS QUE COBREM E RECOLHEM MEU CÉU...
E VI A PORTA DESVIAR DA SORTE,
DO QUE HÁ DE PORVIR
ENTRELAÇADOS EM NOSSO ENCANTO...
POIS O AMOR NOS SERVE
ÀS AVENTURAS QUE PROMETEMOS
E NADA NOS FALTARÁ
COMO A DÚVIDA QUE CORTA NOSSA GARGANTA...
POSTO ISTO,
DEVO SABER QUE O CORAÇÃO É UMA LINHA RETA E LIVRE E,
AS CURVAS SÃO AS ESFERAS DE NOSSO HORIZONTE...
NO ÂMAGO DE NOSSO CENTEIO,
ESTÁ A DOR E A CULPA...
MAS NÃO HÁ TEMPO A SORRIR
E SEGUIR É UMA ESTRADA,
QUE HÁ FLORES POR TODOS OS LADOS...
OLHOS QUE COBREM SUAS IRIS
BOCAS QUE PERTENCEM A SE ESQUECER
CORPOS QUE SE ENCAIXAM
ALMAS QUE SABEM SEU DESTINO
E NUM TOQUE SINGELO DE AMAR
ENTRE FEL E AMARGURAS A NOS PROPAGAR,
POIS PARTOS SÃO ACIDENTES QUE NUNCA SE ESCAPAM POR NÓS
ILUSÃO EXATA DO SABER HUMANO...
ESQUECEREI POR ISSO O QUE POR ESFERAS MOLDAM
AS AURAS E DIMENSÕES OPORTUNAS...
RETORNAR AO PRINCÍPIO DE QUE
O VALOR ADJETIVO ENTRE NÓIS, ESTANTES E VIBRAÇÕES
SOTURNAS ALÉM DO FATO,
DE QUE BREVE CALOR A EMANAR...
SE EXATO FOSSE O QUE REALÇA,
AS VENTURAS CÁLIDAS SÃO
COMO COMPASSOS ESTÁTICOS DOS SONS
QUE GORJEIAM COM OS PÁSSAROS LIVRES E SOLTOS
PELA MULTIDÃO DE NÓS PARA QUE SE BRINDE E TRANSPAREÇA ALÉ,M DAQUI...
ZÉDU FARIA 10/08/12
AS VOZES ,
ME CHAMAM,
QUANDO PRECISO ME RECOBRIR
AO INSTANTE DE QUE ME FAZ FACE
E É CERTO DE QUE DEVA SER ASSIM
COMO AS NUVENS QUE COBREM E RECOLHEM MEU CÉU...
E VI A PORTA DESVIAR DA SORTE,
DO QUE HÁ DE PORVIR
ENTRELAÇADOS EM NOSSO ENCANTO...
POIS O AMOR NOS SERVE
ÀS AVENTURAS QUE PROMETEMOS
E NADA NOS FALTARÁ
COMO A DÚVIDA QUE CORTA NOSSA GARGANTA...
POSTO ISTO,
DEVO SABER QUE O CORAÇÃO É UMA LINHA RETA E LIVRE E,
AS CURVAS SÃO AS ESFERAS DE NOSSO HORIZONTE...
NO ÂMAGO DE NOSSO CENTEIO,
ESTÁ A DOR E A CULPA...
MAS NÃO HÁ TEMPO A SORRIR
E SEGUIR É UMA ESTRADA,
QUE HÁ FLORES POR TODOS OS LADOS...
OLHOS QUE COBREM SUAS IRIS
BOCAS QUE PERTENCEM A SE ESQUECER
CORPOS QUE SE ENCAIXAM
ALMAS QUE SABEM SEU DESTINO
E NUM TOQUE SINGELO DE AMAR
ENTRE FEL E AMARGURAS A NOS PROPAGAR,
POIS PARTOS SÃO ACIDENTES QUE NUNCA SE ESCAPAM POR NÓS
ILUSÃO EXATA DO SABER HUMANO...
ESQUECEREI POR ISSO O QUE POR ESFERAS MOLDAM
AS AURAS E DIMENSÕES OPORTUNAS...
RETORNAR AO PRINCÍPIO DE QUE
O VALOR ADJETIVO ENTRE NÓIS, ESTANTES E VIBRAÇÕES
SOTURNAS ALÉM DO FATO,
DE QUE BREVE CALOR A EMANAR...
SE EXATO FOSSE O QUE REALÇA,
AS VENTURAS CÁLIDAS SÃO
COMO COMPASSOS ESTÁTICOS DOS SONS
QUE GORJEIAM COM OS PÁSSAROS LIVRES E SOLTOS
PELA MULTIDÃO DE NÓS PARA QUE SE BRINDE E TRANSPAREÇA ALÉ,M DAQUI...
ZÉDU FARIA 10/08/12
MOMENTOS EM EM MIM
É QUE PASSEI A AS EMOÇÕES
NOITE CHORANDO NA BEIRA DO RIO...
EU E O RIO
EU RIO...
OS PROBLEMAS SÃO COMO ÁGUA,
QUEM EM SUA ESSÊNCIA
E SEM SABER QUEM EU SOU,
VOU NA BUSCA PERFEITA.
NAS MARGENS DO MEU AMOR,
ESTÁ SERENA O SEU CALOR,
INTENSO E VÍVIDO
COMO AS PÉTALAS A EXALAR...
É QUE SEI QUE COLHENDO SOBREVIVO,
DO MAR ME OBEDEÇO,
NAS PAISAGENS ME ESQUEÇO
OLHOS SÃO HÍBRIDOS DE SENTIR
CATIVAR ALGO QUE NÃO PERMEIA AS EMOÇÕES,
TRANSPARECE NU E SIDERAL...
DE VOLTA ÀS PROMESSAS DE MIM,
UM GESTO SUTIL E AMÁVEL,
POIS O QUE SERÁ DE MIM
SE EM MIM PRECISO E,
QUE EM NÓS NOS ENVOLVE SEM ESCOLHAS...
POIS É ,
PARECE QUE A VIDA TRANSFORMAÇÃO AS INDAGAÇÕES!?
ZÉDU FARIA 10/08/11
É QUE PASSEI A AS EMOÇÕES
NOITE CHORANDO NA BEIRA DO RIO...
EU E O RIO
EU RIO...
OS PROBLEMAS SÃO COMO ÁGUA,
QUEM EM SUA ESSÊNCIA
E SEM SABER QUEM EU SOU,
VOU NA BUSCA PERFEITA.
NAS MARGENS DO MEU AMOR,
ESTÁ SERENA O SEU CALOR,
INTENSO E VÍVIDO
COMO AS PÉTALAS A EXALAR...
É QUE SEI QUE COLHENDO SOBREVIVO,
DO MAR ME OBEDEÇO,
NAS PAISAGENS ME ESQUEÇO
OLHOS SÃO HÍBRIDOS DE SENTIR
CATIVAR ALGO QUE NÃO PERMEIA AS EMOÇÕES,
TRANSPARECE NU E SIDERAL...
DE VOLTA ÀS PROMESSAS DE MIM,
UM GESTO SUTIL E AMÁVEL,
POIS O QUE SERÁ DE MIM
SE EM MIM PRECISO E,
QUE EM NÓS NOS ENVOLVE SEM ESCOLHAS...
POIS É ,
PARECE QUE A VIDA TRANSFORMAÇÃO AS INDAGAÇÕES!?
ZÉDU FARIA 10/08/11
Os ilustres caracteres
O amor roi a alma,
sobre nuvens escuras
de coisas que precisam de si...
E nada mais a dizer sobre isto.
E o que se vai além de nós,
um encontro,
enfim...
E ao recordar as mesmas histórias
que permanecem vivas
e sem nós adiante...
Pois precisava saber
o sabor dos seus olhos
que me seduzem a acreditar
em alguma contemplação
e os instantes por nós
Não!e Vá!
Pois o véu singelo de nossos corpos
estão no presente e permanecem
a nos perceber.
Quem sabe a dor
que nos redobra à garganta
faz de nossos gestos,
mais gentis a transparecer à mais...
E eu que precisava dizer ao tempo,
que tudo somente se foi em atmosfera
além de tudo na vida...
Recriar velhos rostos
em moldes preciosos
e partir na distância
de cada cálculo sem fim,
pois o que divide, também,
se retribui e ,
a soma é um gesto simbóllico e complementar...
Os pássaros nadam livres
nos horizontes
E sobre àquelas mensagens sem vindas,
não preciso saber,
se há respostas de bem dizeres.
Por mim,
sem ti
Por vozes
Ou em sem silêncio,
sei que exatamente o destino recriou
as palavras para dizer que os papéis ,tambem,
se rasgam ,adeus...
Zédu Faria 12/12/12
O amor roi a alma,
sobre nuvens escuras
de coisas que precisam de si...
E nada mais a dizer sobre isto.
E o que se vai além de nós,
um encontro,
enfim...
E ao recordar as mesmas histórias
que permanecem vivas
e sem nós adiante...
Pois precisava saber
o sabor dos seus olhos
que me seduzem a acreditar
em alguma contemplação
e os instantes por nós
Não!e Vá!
Pois o véu singelo de nossos corpos
estão no presente e permanecem
a nos perceber.
Quem sabe a dor
que nos redobra à garganta
faz de nossos gestos,
mais gentis a transparecer à mais...
E eu que precisava dizer ao tempo,
que tudo somente se foi em atmosfera
além de tudo na vida...
Recriar velhos rostos
em moldes preciosos
e partir na distância
de cada cálculo sem fim,
pois o que divide, também,
se retribui e ,
a soma é um gesto simbóllico e complementar...
Os pássaros nadam livres
nos horizontes
E sobre àquelas mensagens sem vindas,
não preciso saber,
se há respostas de bem dizeres.
Por mim,
sem ti
Por vozes
Ou em sem silêncio,
sei que exatamente o destino recriou
as palavras para dizer que os papéis ,tambem,
se rasgam ,adeus...
Zédu Faria 12/12/12
Às partilhas
Como falei,
na presença de que iria escutar
o silêncio que há entre nós
ao depois ouvir...
Poderia deixar na vida um semblante,
num espectro um instante
das palavras que a ao se amam por si...
Ao vaguear o caminho,
procurando no sol o destino,
nas aventuras os recados
de que a vida sorriu singela por ti.
Eu sei que deixei escapar o momento,
como as nuvens de um céu cinzento
ao redor da paisagem.
Mas nada se importa e,
se do vigor me proponho a firmar
o destino de um novo horizonte,
sei que tudo o que fôra sem alcance,
diante de nós está contemplado àqueles belos prumos...
Como se um dia,
de chão ao corpo,
nu ao redor da terra
As sensações que envolvem a alma,
mesmo se cálidas ou complacentes,
miragens de prospec~ções em devaneio...
Ao som em sintonia branda por nós...
E se de tdu o que a natureza chora por nós e
faz ressugir em flores,
de rosas aos botões,
mesmo em paisagens concretas ,
intactas de vida,
há sim,
um motivo de felicitar outros caminhos...
Os que param e pensam...
Os que passam e falam...
E tudo se há nítido sem explicação...
E de todas as formas que se entrelaçam os motivos de umdia,
certa vez,
as petálas sabem exatamente o que se exala em nossas dimensões
E os jardins da vida
precisam muito mais de você a dizer,
o que h´´a sempre...
Quem sabe à vida das respostas
Zédu Faria 14/12/12
Como falei,
na presença de que iria escutar
o silêncio que há entre nós
ao depois ouvir...
Poderia deixar na vida um semblante,
num espectro um instante
das palavras que a ao se amam por si...
Ao vaguear o caminho,
procurando no sol o destino,
nas aventuras os recados
de que a vida sorriu singela por ti.
Eu sei que deixei escapar o momento,
como as nuvens de um céu cinzento
ao redor da paisagem.
Mas nada se importa e,
se do vigor me proponho a firmar
o destino de um novo horizonte,
sei que tudo o que fôra sem alcance,
diante de nós está contemplado àqueles belos prumos...
Como se um dia,
de chão ao corpo,
nu ao redor da terra
As sensações que envolvem a alma,
mesmo se cálidas ou complacentes,
miragens de prospec~ções em devaneio...
Ao som em sintonia branda por nós...
E se de tdu o que a natureza chora por nós e
faz ressugir em flores,
de rosas aos botões,
mesmo em paisagens concretas ,
intactas de vida,
há sim,
um motivo de felicitar outros caminhos...
Os que param e pensam...
Os que passam e falam...
E tudo se há nítido sem explicação...
E de todas as formas que se entrelaçam os motivos de umdia,
certa vez,
as petálas sabem exatamente o que se exala em nossas dimensões
E os jardins da vida
precisam muito mais de você a dizer,
o que h´´a sempre...
Quem sabe à vida das respostas
Zédu Faria 14/12/12
O sagrado em ti...
O meu corpo é sua alma,
minha a vida é em ti,
e derramarei meus prantos para viver longe daqui...
Se estou ao relento,
sobrevivo do tempo,
na dimensão concreta que não pertence a existir...
Permaneço em seus ombros,
me curvo ao semblante,
do rosto na face,
das cicatrizes que secam,
e me deixam seguir...
Sinta meu amor...
E sacrifique sua coragem,
diante dos olhos do mundo...
Para ter o fim,
de seu momento por mim...
Se me lembro do corpo,
que saboreava as dádivas de enamorados sinceros,
que partiram enfim...
Não vá a frente!!!
Pois diante de nós está o silêncio
de nossas palavras,
que estão em segredos
de nossos sonhos gentis...
Em nossos lábios pulsam,
o amor a existir,
que da essência
propaga nosso fogo
de outras venturas...
Como leões que se cercam diante de feras selvagens...
E preciso da carne, do corpo, da alma...
que transcende a tudo...
Não... e esqueça...
Se o o céu é transição da vida,
coberto de nuvens de emoções...
Pois está a partir,
em espaços e arestas
nos corações além de mim...
Eu descanso em seus olhos,
me alimento em sua pele,
e deslizo em suas vestes para me recobrir além de ti...
Se da vida sou fogo,
no chão sou terra,
de promessas concretas
no sabor da paisagem...
mas me canso de tudo e,
me renovo de novo,
para transitar em seu rosto,
uma nova sensação...
O sagrado é o fraterno,
mas Deus é uma escultura que permite seu adorno
para repousar nossas aliancas,
e esquecer das lembranças
Sou queria ser o sopro do vento a indicar o caminho
de estações onde a felicidade é Sol,
de nossas luzes...
pois sou seu corpo,
pois permaneço na alma,
sou a voz que cala a noite de suas lembranças...
do amor que a vida carrega em ti...
E você sabe que tudo o destino compreende
e deixa seguir...
Zédu Faria, 14/12/12
em homenagem a minha querida prima RENATA LISBOA
O meu corpo é sua alma,
minha a vida é em ti,
e derramarei meus prantos para viver longe daqui...
Se estou ao relento,
sobrevivo do tempo,
na dimensão concreta que não pertence a existir...
Permaneço em seus ombros,
me curvo ao semblante,
do rosto na face,
das cicatrizes que secam,
e me deixam seguir...
Sinta meu amor...
E sacrifique sua coragem,
diante dos olhos do mundo...
Para ter o fim,
de seu momento por mim...
Se me lembro do corpo,
que saboreava as dádivas de enamorados sinceros,
que partiram enfim...
Não vá a frente!!!
Pois diante de nós está o silêncio
de nossas palavras,
que estão em segredos
de nossos sonhos gentis...
Em nossos lábios pulsam,
o amor a existir,
que da essência
propaga nosso fogo
de outras venturas...
Como leões que se cercam diante de feras selvagens...
E preciso da carne, do corpo, da alma...
que transcende a tudo...
Não... e esqueça...
Se o o céu é transição da vida,
coberto de nuvens de emoções...
Pois está a partir,
em espaços e arestas
nos corações além de mim...
Eu descanso em seus olhos,
me alimento em sua pele,
e deslizo em suas vestes para me recobrir além de ti...
Se da vida sou fogo,
no chão sou terra,
de promessas concretas
no sabor da paisagem...
mas me canso de tudo e,
me renovo de novo,
para transitar em seu rosto,
uma nova sensação...
O sagrado é o fraterno,
mas Deus é uma escultura que permite seu adorno
para repousar nossas aliancas,
e esquecer das lembranças
Sou queria ser o sopro do vento a indicar o caminho
de estações onde a felicidade é Sol,
de nossas luzes...
pois sou seu corpo,
pois permaneço na alma,
sou a voz que cala a noite de suas lembranças...
do amor que a vida carrega em ti...
E você sabe que tudo o destino compreende
e deixa seguir...
Zédu Faria, 14/12/12
em homenagem a minha querida prima RENATA LISBOA
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Nada,
como absolutamente nada a pensar,
repassando os papéis delineados em branco...
Pois, abstrato seria,
como tudo o que não há de existir...
Seguindo se sabe e,
as palavras são rios,
que não mais choram por você...
que nada absorve,
que nada se sabe,
que de partes se faz vazio...
Descarto tudo,
pois de mim sou face.
Me leve,
ser breve...
AURORA CELESTE DE MEU VIVER...
como absolutamente nada a pensar,
repassando os papéis delineados em branco...
Pois, abstrato seria,
como tudo o que não há de existir...
Seguindo se sabe e,
as palavras são rios,
que não mais choram por você...
que nada absorve,
que nada se sabe,
que de partes se faz vazio...
Descarto tudo,
pois de mim sou face.
Me leve,
ser breve...
AURORA CELESTE DE MEU VIVER...
domingo, 17 de janeiro de 2010
Versículos
Falar como verso,
dizer sobre o que for preciso ...
E as palavras pertencem ao léu...
O que seja pensar,
ir em busca adiante...
Marcar os passos--destino
Vou, porque preciso de mim,
que seja eu antes outrem...
Vida!
Coragem!
Meu prumo!
Um semblante distante avisto,
curvo meu caminho,
meus pés são minha lei...
Que seja ir a devagar,
bordeijando me recluso
a fincar...
Sorrisos e facetas me ignoram
quando quero amar e,
as flores já dormiram em meu jardim...
Falar como verso,
dizer sobre o que for preciso ...
E as palavras pertencem ao léu...
O que seja pensar,
ir em busca adiante...
Marcar os passos--destino
Vou, porque preciso de mim,
que seja eu antes outrem...
Vida!
Coragem!
Meu prumo!
Um semblante distante avisto,
curvo meu caminho,
meus pés são minha lei...
Que seja ir a devagar,
bordeijando me recluso
a fincar...
Sorrisos e facetas me ignoram
quando quero amar e,
as flores já dormiram em meu jardim...
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Sideral
E ninguém lembrará de você,
quando o sorriso se for,
quando o Sol se por,
quando lhe chamarem de amor...
Pois você já não é mais você e,
sobrevive sem saber da dor,
de que já se foi capaz...
O céu tão límpido e estrelado
como as lembranças
de um passado esquecido.
O adeus inerte que cobre as distâncias `d`alma...
E ninguém é meramente capaz de dizer
o por quê, o por quê, o por quê?
Hoje, talvez, nu e frígido
das distâncias,
que vagam e permeiam a angústia...
Será , será, será...??
Ser que há dimensões...
Zédu, 16/01/12
E ninguém lembrará de você,
quando o sorriso se for,
quando o Sol se por,
quando lhe chamarem de amor...
Pois você já não é mais você e,
sobrevive sem saber da dor,
de que já se foi capaz...
O céu tão límpido e estrelado
como as lembranças
de um passado esquecido.
O adeus inerte que cobre as distâncias `d`alma...
E ninguém é meramente capaz de dizer
o por quê, o por quê, o por quê?
Hoje, talvez, nu e frígido
das distâncias,
que vagam e permeiam a angústia...
Será , será, será...??
Ser que há dimensões...
Zédu, 16/01/12
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Cronologia
Você não sabe,
não vê,
que o tempo é a ilusão do destino e,
que tudo passa, passa , passa...
Nas armadilhas das mãos,
vemos nosso corpo suado e
a aridez dos olhos,
são capas de veludo...
assim como tudo o que muda,
transforma,
precisamos mesmo é rejuvenescer...
Me despertei ao vazio,
no calor inebriado do vento,
me puxando contra o tempo,
a pensar...
Quem sou eu?
Uma máquina,
que não pode contar...
uma armadilha a pisar...
Me sentindo pesado,
sobre o Sol solado,
vou me eu busca
ao sereno...
Seguindo meu prumo,
sem reclamar...
A imensidão do mar me faz capaz
de absorver o sangue tinto,
que corre às veias e ressalta.
Todos a todos
Meio faro,
meio simplório,
e me curvo ao meu velório,
sem saber se estou nu ou recoberto,
a devagar adiante...
Sigo a saber distante...
Não sou marionete do tempo,
sou prisioneiro da mente...
Intacto me cristalizo,
ao saber que tudo é uma conspiração...
Adeus, entao!
" as flores singelas, só elas, me curvaram em vão..."
Zédu11/01/10
Você não sabe,
não vê,
que o tempo é a ilusão do destino e,
que tudo passa, passa , passa...
Nas armadilhas das mãos,
vemos nosso corpo suado e
a aridez dos olhos,
são capas de veludo...
assim como tudo o que muda,
transforma,
precisamos mesmo é rejuvenescer...
Me despertei ao vazio,
no calor inebriado do vento,
me puxando contra o tempo,
a pensar...
Quem sou eu?
Uma máquina,
que não pode contar...
uma armadilha a pisar...
Me sentindo pesado,
sobre o Sol solado,
vou me eu busca
ao sereno...
Seguindo meu prumo,
sem reclamar...
A imensidão do mar me faz capaz
de absorver o sangue tinto,
que corre às veias e ressalta.
Todos a todos
Meio faro,
meio simplório,
e me curvo ao meu velório,
sem saber se estou nu ou recoberto,
a devagar adiante...
Sigo a saber distante...
Não sou marionete do tempo,
sou prisioneiro da mente...
Intacto me cristalizo,
ao saber que tudo é uma conspiração...
Adeus, entao!
" as flores singelas, só elas, me curvaram em vão..."
Zédu11/01/10
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Garota da esquina
Ela é garota,
Ela é menina,
Ela te espera na esquina...
O brinquedo é seu consolo,
nas manhãs de seu prelúdio.
nos seus passos há uma regra de desfazer seus ímpetos.
Ela brinca e contagia,
se debulha em alegorias...
O seu rosto é desconexo,
em que a viu num esplendor...
pois seu caminhar é nas alturas,
vide os saltos em que se projeta...
Ela é garota,´
Ela é menina,
Ela te espera na esquina...
Seu carimbo está no chão,
num alcance promissor.
e devaga pelos cantos com suas ranhuras...
Ela é garota,
não mais menina,
mais um projeto de VIDA...
Sua bolsa é um pacote de seduzir,
e sabe fazer fingir,
se a necessidade cruzar as ruas e,
parar à esquina...
Ao adentrar a porta,
já suporta a profusão.
O intercâmbio é solução,
quando o dicionário não vem à mão...
Ela é garota,
Ela é menina,
é meu projeto,
é minha VIDA...
Quando a luz do breu te ilumina,
estatisada e serena me encanta...
Tento me converter ao semblante áspero,
mas a frenesi me instiga.
Intransitável permaneço,
no entanto,
com a fricção endureço,
com meu empenho lhe enobreço
e ao fracionar o desejo me esqueço...
Afinal,
ela é garota,
ela é menina,
fez de mim um servo na sua esquina...
Qual é o nome do AMOR...?
Ela é garota,
Ela é menina,
Ela te espera na esquina...
O brinquedo é seu consolo,
nas manhãs de seu prelúdio.
nos seus passos há uma regra de desfazer seus ímpetos.
Ela brinca e contagia,
se debulha em alegorias...
O seu rosto é desconexo,
em que a viu num esplendor...
pois seu caminhar é nas alturas,
vide os saltos em que se projeta...
Ela é garota,´
Ela é menina,
Ela te espera na esquina...
Seu carimbo está no chão,
num alcance promissor.
e devaga pelos cantos com suas ranhuras...
Ela é garota,
não mais menina,
mais um projeto de VIDA...
Sua bolsa é um pacote de seduzir,
e sabe fazer fingir,
se a necessidade cruzar as ruas e,
parar à esquina...
Ao adentrar a porta,
já suporta a profusão.
O intercâmbio é solução,
quando o dicionário não vem à mão...
Ela é garota,
Ela é menina,
é meu projeto,
é minha VIDA...
Quando a luz do breu te ilumina,
estatisada e serena me encanta...
Tento me converter ao semblante áspero,
mas a frenesi me instiga.
Intransitável permaneço,
no entanto,
com a fricção endureço,
com meu empenho lhe enobreço
e ao fracionar o desejo me esqueço...
Afinal,
ela é garota,
ela é menina,
fez de mim um servo na sua esquina...
Qual é o nome do AMOR...?
domingo, 27 de dezembro de 2009
É o FERVO
Quando quiserem mandar,
a gente vai sambar...
Quando quiserem mandar,
a gente vai sorrir e não vai escutar...
Quando quiserem mandar,
a gente vai bordejar, characotear, cambalear...
Quando quiserem mandar,
a gente vai cair e se embebedar...
Enquanto a gente não interessa,
pois o resto é pressa...
Enquanto a explosão é mundo e,
tudo é tudo...
Contudo os horizontes são mais gentis...
Me sirvo
Me vivo
Me esclareço ...
Vivo na PUTA QUE PARIU,
meu nome é Brasil!
Quando quiserem mandar,
a gente vai sambar...
Quando quiserem mandar,
a gente vai sorrir e não vai escutar...
Quando quiserem mandar,
a gente vai bordejar, characotear, cambalear...
Quando quiserem mandar,
a gente vai cair e se embebedar...
Enquanto a gente não interessa,
pois o resto é pressa...
Enquanto a explosão é mundo e,
tudo é tudo...
Contudo os horizontes são mais gentis...
Me sirvo
Me vivo
Me esclareço ...
Vivo na PUTA QUE PARIU,
meu nome é Brasil!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Desafina...
Aonde está meu amor,
minha sina?
Aonde está meu amor,
me fascina?!
Aonde está, você,
minha alegria?
Por onde vai essa dor,
me recria...
Vou me aos passos do cão solitário,
bordeijeiro e vazio,
vagando em prumo ao paraiso...
o horizonte descrente de olhar...
Estava tão triste,
meio ao mar,
brindando com a TRISTREZA
no meio do bar,
a me embreagar...
Caminhando sozinho,
vou distante nos devaneios,
na projeção invisível...
pois o que seria amar ,
hoje, já não mais da para brindar...
E o cinzeiro está cheio
de pontas de guimbas,
de ilusões malfeitas,
de tudo que não existe...
E vou me sozinho
a resgatar da solidão,
a ferver o coração,
pois queM me diga,
não!
Não me fale de amolação,
o poeta é solidão...
Nos caminhos do coração,
sempre há indagação...
Na boca,
No peito,
No quarto
nu me deito
e me deleito...
Exaltação...
Já está chegando a hora
de me embarcar nessa paixão...
" PARA TODAS ELAS< MINHA LINDAS FLORES TÃO BELAS...!!!"
Zédu 8/12/09
Aonde está meu amor,
minha sina?
Aonde está meu amor,
me fascina?!
Aonde está, você,
minha alegria?
Por onde vai essa dor,
me recria...
Vou me aos passos do cão solitário,
bordeijeiro e vazio,
vagando em prumo ao paraiso...
o horizonte descrente de olhar...
Estava tão triste,
meio ao mar,
brindando com a TRISTREZA
no meio do bar,
a me embreagar...
Caminhando sozinho,
vou distante nos devaneios,
na projeção invisível...
pois o que seria amar ,
hoje, já não mais da para brindar...
E o cinzeiro está cheio
de pontas de guimbas,
de ilusões malfeitas,
de tudo que não existe...
E vou me sozinho
a resgatar da solidão,
a ferver o coração,
pois queM me diga,
não!
Não me fale de amolação,
o poeta é solidão...
Nos caminhos do coração,
sempre há indagação...
Na boca,
No peito,
No quarto
nu me deito
e me deleito...
Exaltação...
Já está chegando a hora
de me embarcar nessa paixão...
" PARA TODAS ELAS< MINHA LINDAS FLORES TÃO BELAS...!!!"
Zédu 8/12/09
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
APLAUSOS , NA DERRADEIRA CERTEIRA!!!!!"NÃO HÁ ARTE QUE DIGA, QUE EXALTAR SEJA A MELHOR FORMA DE NOS SALVAR...EM BUSCA DE UM ALENTO A PROFETISAR OS CANTOS AO VENTO...ME DEITO NU E CRU AO RELENTO A PROPAGAR COUSAS ADVENTAS D`ALMA, POIS SE FOI CULPA DO TEMPO, FODA-SE, LAMENTO!POIS NA NOITE EM QUE TE QUIS O SOL SUBLIMOU MINHA DIRETRIZ E, A DESTREZA FOI A ÚNICA ESPERANÇA QUE SORRIU CARENTE, QUE SE PÔS SOMENTE...AH , MEU QUERIDO ANJO AZUL DOS OLHOS VERDES , O ADEUS ME RECOLHE EM PRANTOS DE MINHA INVOCAÇÃO SUBLIME E TRISTE DE NÃO TE VER, POIS NEM AO MENOS SABER QUE TER NÃO SERIA TÃO BELA A ESCULTURA DE SONHOS QUE SE VÃO SEM CHÃO...PARA A PAIXÃO QUE CORRE CERTEIRA, NA DEIRRADEIRA PRIMEIRA, NÃO FOI EU QUE A VI...E DEIXO NO AR A TENTAR ENCONTRAR A FLOR DE MEUS BEIJOS, A ALEGRIA INERTE DO NÃO SER..."´ZÉDU 7/12/09
" flores?! por quê elas, se não as vejo em minha janela...!?
" flores?! por quê elas, se não as vejo em minha janela...!?
sábado, 5 de dezembro de 2009
SOMENTE RETAS...
Nas diretrizes D´ALMA,
onde o corpo estremece,
onde a cor escurece,
onde os espaços vagam,
onde há vaga a vagar...
Nas diretrizes D´ALMA,
onde o caminho é seguir,
onde há VIDA a existir,
onde há tempo à propagar-se...
Nas diretrizes D`ALMA,
onde o silêncio é invisível,
onde o algoz é insensível,
onde tudo não há mais nada a se escapar...
Nas diretrizes D`ALMA,
onde não há mais como resistir,
onde se há propostas a se permitir,
onde tudo se há de encaixar...
Pois nas diretrizes D`ALMA,
meu AMOR insiste,
minha dor persiste,
meu corpo desacelera...
Minha cor é a JANELA de um Céu estrelado,
de promessas tão tristes...
E caminho ao MAR,
a encontrar o horizonte
dos queridos olhos verdes brilhantes,
que me deixaram vulnerável e cintilante...
Me deleito sobre a penumbra de meu Céu oceano,
para que siga só,
as diretrizes do AMOR...
" Flores exaltam e regastam o que findou-se"
Zédu 5/12/09
Nas diretrizes D´ALMA,
onde o corpo estremece,
onde a cor escurece,
onde os espaços vagam,
onde há vaga a vagar...
Nas diretrizes D´ALMA,
onde o caminho é seguir,
onde há VIDA a existir,
onde há tempo à propagar-se...
Nas diretrizes D`ALMA,
onde o silêncio é invisível,
onde o algoz é insensível,
onde tudo não há mais nada a se escapar...
Nas diretrizes D`ALMA,
onde não há mais como resistir,
onde se há propostas a se permitir,
onde tudo se há de encaixar...
Pois nas diretrizes D`ALMA,
meu AMOR insiste,
minha dor persiste,
meu corpo desacelera...
Minha cor é a JANELA de um Céu estrelado,
de promessas tão tristes...
E caminho ao MAR,
a encontrar o horizonte
dos queridos olhos verdes brilhantes,
que me deixaram vulnerável e cintilante...
Me deleito sobre a penumbra de meu Céu oceano,
para que siga só,
as diretrizes do AMOR...
" Flores exaltam e regastam o que findou-se"
Zédu 5/12/09
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Meu encanto nu
Na derradeira chorei,
sem saber o que é há mais...
desvendando nas entranhas
entre ombros alheios,
a alcançar cousas adventas da alma...
Pois no prelúdio do insanciável desejo,
me deleito sobre o dorso ventral
dos caminhos das palavras,
que permanecem inebriadas e gentis...
Ao saber que a VIDA estancou
cada gota de prazer...
Na emoção contrita me disfarço
com olhos camaleões
ao algoz servil
das primaveras de campos celestes...
Sem meio o que dizer,
pronuncio um simples gesto
pueril
a resgatar da sobrevivência humana...
Ó meu grande AMOR...!!!
" as flores estão BELAS , sobre a TERRA de que as vivi passar..."
Zédu30/11/09
Na derradeira chorei,
sem saber o que é há mais...
desvendando nas entranhas
entre ombros alheios,
a alcançar cousas adventas da alma...
Pois no prelúdio do insanciável desejo,
me deleito sobre o dorso ventral
dos caminhos das palavras,
que permanecem inebriadas e gentis...
Ao saber que a VIDA estancou
cada gota de prazer...
Na emoção contrita me disfarço
com olhos camaleões
ao algoz servil
das primaveras de campos celestes...
Sem meio o que dizer,
pronuncio um simples gesto
pueril
a resgatar da sobrevivência humana...
Ó meu grande AMOR...!!!
" as flores estão BELAS , sobre a TERRA de que as vivi passar..."
Zédu30/11/09
sábado, 28 de novembro de 2009
Em meus momentos mais ínfimos divago ao léu, a borboletear o destino na ponta de um cinzeiro promissor, ao alcance das maos de VIDA , que propagam o incansável silêncio que nortei noite e dia nas confusões da mente...ao consentir o que a ALMA é capaz de captar e sorver languidamente o que o corpo exalta em saborear...perguntas , indagações, devaneios são egoísmos meramente incapazes, pois o que norteia é o tempo dos descrentes seres que se dizem humanos e absolutamente vivaz em seus campos de espectros invisíveis, donde reside a alma...Sofredora, atroz, ou relaptica não há importância...Assim, como não importa o que o jovem poeta tem a ofertar, porque os in´visíveis não captam em seus pueris olho crus...Mas a certeza de que em derradeira, no profuso âmago da questão, estão as emoções contritas a parafrasiar o descrente descontento do revolto espírito humano...Pois então, que viva!que sofra ! Que descarne e transcenda!Assim , como um pequeno ser advento de loucuras a saber que as visões são dissonãncias da TERRA...Como não há nada a declarar, me recolho as versos da sabedoria:
"Pois sou gentil, entre matrizes incalculáveis do ego, sobreponde tom a tom o que se remete ao sideral espaço
do SER, que nos torna vazio,
porém ao decifrar a língua dos anjos descobri que a VIDA é somente aMOR...E não existem mais nehum SIGNO..." Zédu 28/11/09
"Pois sou gentil, entre matrizes incalculáveis do ego, sobreponde tom a tom o que se remete ao sideral espaço
do SER, que nos torna vazio,
porém ao decifrar a língua dos anjos descobri que a VIDA é somente aMOR...E não existem mais nehum SIGNO..." Zédu 28/11/09
Na beira da estrada
Na beira da estrada,
há luzes ofuscante,
há vidros e biscates,
na beira da estrada...
Na beira da estrada,
há a veloz emoção,
há patrulhas e indagações,
na beira da estrada...
Na beira da estrada,
estou nu e vazio,
sobre as estribeiras e barranques...
Pois há fome d`alma,
na beira da estrada...
Ao ver passar a SORTE
me deleito,
na beira da ESTRADA...
Rumo ao horizonte ETERNO...
Há um rio,
e passa...
Há flores e cânticos,
E passo num solado ardente,
na beira da estrada...
Eu rio
Eu e o rio
O rio e eu...
EU!!!!
EU!!!
EU!!!
Quem sou eu?
No despache de um vazio,
caio e rio...
eu!!!!
EUU!!!
EU!!!
No rio...
Pois na beira da estrada,
não adianta ter cara e coragem ,
nem sorte!
Parte e rio...
Zédu28/11/09
Na beira da estrada,
há luzes ofuscante,
há vidros e biscates,
na beira da estrada...
Na beira da estrada,
há a veloz emoção,
há patrulhas e indagações,
na beira da estrada...
Na beira da estrada,
estou nu e vazio,
sobre as estribeiras e barranques...
Pois há fome d`alma,
na beira da estrada...
Ao ver passar a SORTE
me deleito,
na beira da ESTRADA...
Rumo ao horizonte ETERNO...
Há um rio,
e passa...
Há flores e cânticos,
E passo num solado ardente,
na beira da estrada...
Eu rio
Eu e o rio
O rio e eu...
EU!!!!
EU!!!
EU!!!
Quem sou eu?
No despache de um vazio,
caio e rio...
eu!!!!
EUU!!!
EU!!!
No rio...
Pois na beira da estrada,
não adianta ter cara e coragem ,
nem sorte!
Parte e rio...
Zédu28/11/09
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Sobre o prelúdio das cousas inexatas, não...não quero ouvir mais a voz do incansável silêncio da monotonia que parte à cada fração meus escuros olhos de favos da solidão.Ao reconhecer passageira a dor, que me fez descrente e vazio, ao pensar nas floridas estradas desenhadas em meus céus, ao quisera partir e chegar...em meio aos algozes da vida , nesses labirintos do prazer, pois ao saber que tudo em que estou apenas há papéis em brancos, latas sujas de tintas a memorar o tempo dos invisíveis olhos verdes, pois quero estancar o sangue de minhas feridas.Se me despir até à alma, à noite me deflagra em exaltação, descontrolando os ímpetos ao meu redor, para beijar você, para saborear você, para meu ser você e, eu nada mais...Não! Quero ir mais longe das cores fúgebres de meu horizonte, quero saber aonde reside a felicidade, para a saudosa esperança e, me aliar à este destino, pois meramente só caminho sem saber me encontrar com promessas invisíveis além dos espectros humanos...Não sabendo de sua párte, divido-me entre os caminhos d`alma, donde os horizontes não são tão febris, onde meu relicar me faz humano ao sorver cada ínfima distância entre o coração servil sob o espírito etéreo das cousas rotineiras e banais, ao descobrir que as emoções são sublimes diretrizes fulgazes, porém divinas ao estarem sempre afronte do que se diz VIDA e, nessa sincronia o desalento se vai ao léu, meio bordejeiro, meio sem estratégia, à procura do espaço sideral dos olhares que se dizem HUMANOS...É você está à parte!
" Às flores mais belas de que vi passar caminharam sem cores sob a alma humana...qual é a cor do poeta, que sempre desperta o horizonte a existir...?"
Zédu, 23/11/09
" Às flores mais belas de que vi passar caminharam sem cores sob a alma humana...qual é a cor do poeta, que sempre desperta o horizonte a existir...?"
Zédu, 23/11/09
Assinar:
Postagens (Atom)