Deito-me nu no céu.ha nuvens,que carregam a solidão.talvez,seja a beleza do porvir, desaguando suas mãos,a tocar meus desejos. São formas livres de prazer, recriando essa noite, talvez meu encontro com a vida,pois tenho muito o que dizer. São tempos contra ventos,a luz da contradição.quando venho a me despedir, percebo o passado sobre tudo o que há de ser ,rumo águas cristalinas, escondidas em oceanos profundos.assim,de certo olhos firmes,me emociono a sorrir, adentrando festas estranhas. E lares de papel.ainda é cedo,o Sol se aventurou a correr,e,me deixando entre águas e livramentos, pensando sobre a coragem do mestre do meu dia, talvez, conceda prumos de paz,aos heróicos brados,a favor de um mundo concreto de ums nova paixão ,sobre a aguda sensação de ser, entre cores do deserto, quando percebo que o conhecimento nunca finda sobre a superfície da vida.la fora,a janela esteja aberta para novo sentido de consciência, apenas um discernimento racional e antigo,a respeito do homem sobre a linguagem dos sinais, a alerta e o caminho,o risco necessário,a minha culpa,a respeito da ausência,a prevalecer distinto,a felicidade envolvida no sagrado coração cósmico, entre planos,um novo entendimento.o brilho sincero,que carrega nuvens no céu,a pulsar um amor,para além de Deus,a exaltação da beleza,para , que, assim seja, profundamente a luz dos oceanos sagrados e abissais...