Talvez, me reconheças de um tempo,em que havia indícios em mim,assim, como uma face calada e inocente, pulsando um frenesi recorrente de amor,, face e vida, somente a ti,mas os versos corromperam minha voz e, a presença exata da esperança girando em agonia,pois ainda revelei, afinal, o que seria, de fato.por isso,a poesia declarou -se, diante da sensibilidade e circunstâncias.talvez,seja certo o relato,a ocorrência e a coerência, mas seus olhos futigaram por noites nobres e belas,o amor ao redor da majestade de sua nobreza de alma,ao caminhar livremente, entre Deus e a fuga.a figura de uma sensatez,o enigma aparente da norma . talvez, princípios e valores,que decaem do céu,percorrem o infindo de uma poesia nua,sobre margens reveladas em seu dorso selvagem...
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