Preciso dizer cousas,
Que refletem intenções
Relatar o diálogo,
Cunho do apreço,
Norte,rumo e direção
Palavras são pés descalços,
Caminhando a sóis,
Por aí,entre o livramento
Dos velhos sonhos
Há dias, certo teor
A irreverência das palavras
Deixadas em vão,
Na superfície da certeza
Da ocasião singular
A incoerência entre versos
A. Verve à procura dos inocentes detalhes
Palavras nobres
Requintes semblantes soberano
O adorno
Entre planos consagrados
À mesas fartas
Palavras, que
Nascem dos verbos
Boas escolhas nas mãos
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