Sinto dores frágeis
Do poema, que
Ao versar,anda suspeito.
Ao meu lado, traços comuns
Da razão de ser,
Sobre um dia abençoado e simples.
De repente,me rendo,
Ao meio fim.
Paralelos de um resto
De prosa.
O relato de um céu azul
Acordei, para pôr
Mãos nas coisas,
Deixadas de lado.
A importância de uma moda
E um ímpeto,que
Traduz piamente o que sinto
E,carrego,por vezes,
De certo,nos olhos.
Sagrada paz ,
Diante de um abismo.
O cabimento de um clamor,
Quase comum e necessário.
A semântica formal,
Que traduz minha dor
Passagem do amor,
Junto e aliado às circunstâncias
Palavras são sementes
Do amanhã
Razão dos encantados.
Pela luz e vida
O poeta saiu de cena
Esperando por palavras
Relevantes na forma de sonhar.
...
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