segunda-feira, 27 de abril de 2026

O porvir dos deuses...

 A claridade do vento.

Um dia ,em que o amor 

Permanece para sempre 

Os olhos,que aglomeram

Sentimentos puros.

Vasos suspensos à integralidade 

Dos fatos 

A concretude da terra,

Jaz do limite 

Desenhando um retrato 

Comum,

Semelhante à cada aspecto 

Bem vindo.

A arte plural 

Acontecimentos, que 

Fogem às aglomerações 

A saudade no peito,

Demarcando a via

Ao tempo 

A claridade de amor 

Meu rei,num solo fértil

Compreensão sincera

Vias e finalidades 

Fator das direções 

A fuga da rota.

O necessário e o símbolico 

A razão do solo fértil.

Deus e a. Invencionatica 

Profundidade e profusão.

À beira mar...

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